Modernismo e Pós-Modernismo - Características

Localização Cronológica

Portugal

1915 - Revista Orpheu

Brasil

1922 - Semana de Arte Moderna


O Abaporu, Tarsila do Amaral.

Panorama Histórico

Início do século XX: apogeu da Belle Époque. O burguês comportado, tranquilo, contando seu lucro. Capitalismo monetário. Industrialização. Neocolonialismo.

Reivindicações de massa. Greves. Turbulências sociais. Melhores salários. Melhores condições de vida e trabalho.

Progresso científico: eletricidade. Motor a combustão: automóvel e avião. Concreto armado: “arranha-céu”. Telefone, telégrafo. Mundo da máquina, da informação, da velocidade.

Primeira Guerra Mundial. Alemanha, França e Inglaterra. Revolução Russa. Socialismo. Ameaça. Clima de caos. Desarticulação social. Descontentamento - Insatisfação. Agitações.

Abolir todas as regras. Abolidas. Primeira Guerra, o que aconteceu? Abolir. Romper. O passado é responsável. O passado, sem perfil, impessoal. Eliminar o passado. Romper com o passado responsável.

Arte Moderna. Inquietação. Nada de modelos a seguir. Recomeçar. Rever. Reeducar. Chocar. Buscar o novo: multiplicidade e velocidade, originalidade e incompreensão, autenticidade e novidade.

Vanguarda. Estar à frente, repudiar o passado e sua arte. Abaixo o padrão cultural vigente. Arte Moderna. Modernismo.

Vanguardas Europeias

Cronologicamente, as vanguardas europeias são: Futurismo (1909); Expressionismo (1910); Cubismo (1913); Dadaísmo (1916) e Surrealismo (1924) e suas variantes como o Cubo-Futurismo, o Dado-Surrealismo, entre outras.

As Vanguardas propõem uma integração entre as artes: Literatura, Artes Plásticas, Arquitetura, Música, Teatro e Cinema, expressando o caos, a crise, os novos valores e desencadeando as perspectivas da Arte no século XX.

Impressões:

- À dolorosa luz das grandes lâmpadas elétricas da fábrica; Tenho febre e escrevo - (Fernando Pessoa)

- O olho só funciona em estado selvagem - (André Breton)

- Desejamos demolir os museus e as bibliotecas. - (Filippo T. Marinetti)

- A Arte deve ser inestética ao extremo, inútil e impossível de justificar. - (Francis Picabia)

- A língua sem arcaísmos, sem erudição. Natural e neológica. - (Oswald de Andrade)

- No pequeno tanque que vocês chamam de Pensamento, os raios de luz do espírito apodrecem como folha velha. - (Antonin Artaud)

O romper do século XX traz inquietações em relação aos valores artísticos. O instigante e convulsivo mundo novo exige uma tomada de posição mais próxima, adaptada e integrada ao moderno. O que é moderno? A dúvida permanece até hoje. Talvez moderno seja hic et nunc (= aqui e agora); talvez o que se faz novo, inusitado, original; talvez o que se refaz - ready made. Ou, então, o que se revisa e recupera estabelecendo uma nova visão. O fato é que, analisar o momento, vivendo o momento, necessita de cautela e, assim, moderno no início do século XX é vanguarda (= avant gard, frente, dianteira, ideias avançadas): as Vanguardas Europeias.

Tempo de crise e caos, o estabelecido é abalado e não há mais modelos a seguir. Vale ressaltar que a destrutividade, a combatividade e a originalidade das vanguardas, avançando sobre a arte do século XX, abarcaram os novos valores da sociedade e, reveladoras, apresentam seu significado histórico. Passado o momento de agitação e recusa, e cumprido o objetivo a que se propunham, as vanguardas, absorvidas pelo cotidiano moderno, acabam estabilizando-se. Muitas obras de sua produção tomam parte de acervos de museus por elas recusados.

A seu tempo, as vanguardas abrem espaços para a arte do século XX.

Futurismo

O primeiro “Manifesto do Futurismo” é publicado em 20 de fevereiro de 1909 por Filippo Tommaso Marinetti (1876-1944) no jornal francês “Le Figaro”. Propõe a exaltação da vida moderna, da máquina, da eletricidade, da velocidade.

  1. Nós queremos cantar o amor ao perigo, o hábito à energia e à temeridade.
  2. Os elementos essenciais de nossa poesia serão a coragem, a audácia e a revolta.
  3. Tendo a literatura até aqui enaltecido a imobilidade pensativa, o êxtase e o sono, nós queremos exaltar o movimento agressivo, a insônia febril, o passo ginástico, o salto mortal, a bofetada e o soco.
  4. Nós declaramos que o esplendor do mundo se enriqueceu com uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um automóvel de corrida com seu cofre adornado de grossos tubos como serpentes de fôlego explosivo... um automóvel rugidor, que parece correr sobre a metralha, é mais belo que a “Vitória de Samotrácia”.
  5. Não há mais beleza senão na luta. Nada de obra-prima sem um caráter agressivo. A poesia deve ser um assalto violento contra as forças desconhecidas, para intimá-las a deitar-se diante do homem.
  6. Nós estamos sobre o promontório extremo dos séculos! ... Para que olhar para trás, no momento em que é preciso arrombar as misteriosas portas do Impossível? O Tempo e o Espaço morreram ontem. Nós vivemos já no absoluto, já que nós criamos a eterna velocidade onipresente.
  7. Nós queremos glorificar a guerra - única higiene do mundo - o militarismo, o patriotismo, o gesto destrutivo anarquista, as belas ideias que matam, e o menosprezo à mulher.
  8. Nós queremos demolir os museus, as bibliotecas, combater o moralismo, o feminismo e todas as covardias oportunistas e utilitárias.

(MARINETTI, F.T. “Manifesto do Futurismo” Apud. TELES, Gilberto Mendonça, Vanguarda Europeia e Modernismo Brasileiro)

Em 1912, surge o Manifesto Técnico da Literatura Futurista que apresenta um aeroplano sobrevoando Milão com a hélice em “desejo furioso” de libertar as palavras da “inanidade ridícula da velha sintaxe herdade de Homero”. Libertar as palavras da “prisão do período latino” é o que a hélice prega:

  • É preciso destruir a sintaxe, dispondo os substantivos ao acaso, como nascem.
  • Deve-se usar o verbo no infinitivo, para que se adapte elasticamente ao substantivo e não submeta ao eu do escritor que observa ou imagina (...).
  • Deve-se abolir o adjetivo para que o substantivo desnudo conserve a sua essência (...).
  • Deve-se abolir o advérbio, velha fivela que une as palavras umas às outras. O advérbio conserva a frase numa fastidiosa unidade de tom.
  • (...)

O Futurismo escreve mais de trinta manifestos (à Literatura, à Pintura, à Música, à Arquitetura etc.) e seu líder, Marinetti, viajando pelo mundo para difundi-lo, acaba tornando-se sinônimo do movimento: Marinetti = Futurismo. Depois de 1919, Marinetti adere ao fascismo de Mussolini e coloca-se como porta-voz das conquistas do Duce.

Filippo Marinetti esteve no Brasil duas vezes. Em 1926, no Teatro Cassino Antártica para difundir o Futurismo, recebido por uma plateia irreverente - munida de ovo choco, gaita, tomate, corneta etc. - comporta-se ironicamente dizendo: “Essa vaia não me atinge. Os senhores não podem ser meus inimigos, pois nem sequer conhecem minhas ideias. Meus inimigos são seus professores que os induzem a vaiar. Vê-se que São Paulo é um estado rico...”. Em 1935, volta para falar do fascismo: as conquistas de Mussolini na Abissínia, na Etiópia. É recebido entusiasticamente pelos membros do Integralismo (Camisa Verde de Plínio Salgado) aos brados de “Anauê! Anauê!”. É uma recepção amorosamente ideológica.

Oswald de Andrade toma conhecimento do Futurismo em suas várias viagens à Europa. A palavra futurismo, aqui no Brasil, acaba designando qualquer postura inovadora na Arte. Tanto é que, em 1921, Oswald, para saudar Mário de Andrade, escreve um artigo intitulado “O Meu Poeta Futurista”. Mário não gosta. Teme a identificação com o fascismo e responde no prefácio de Pauliceia Desvairada: “Não sou Futurista (de Marinetti). Disse e repito-o. Tenho pontos de contato com o futurismo. Oswald de Andrade, chamando-me de futurista, errou”.

A propósito da primeira estada de Marinetti no Brasil, Mário é incisivo: “Esse carcamano veio fazer a gente perder quase a metade do caminho andado”.

Expressionismo

Distorcendo as formas, produzindo traços violentos e de formação expressivas, o grupo expressionista abandona a suavidade dos motivos e aproxima-se da caricatura e do grotesco. Van Gogh e E. Munch; Erich Heckel, Max Beckmann e Otto Dix (do grupo Die Brüecke - A Ponte, 1905); Egon Schiele, Gustav Klimt; Rivera, Orozco, Siqueiros (mexicanos); Portinari, Segall, Anita Malfatti.

Kasimir Edschmid escreve o único e tardio manifesto da poesia expressionista, onde pode-se destacar o seguinte trecho:

Assim o universo total do artista expressionista torna-se Visão. Ele não vê, mas percebe. Ele não descreve, acumula vivências. Ele não reproduz, ele estrutura (gestalt). Ele não colhe, ele procura. Agora não existe mais a cadeia dos fatos: fábricas, casas, doenças, prostitutas, gritaria e fome. Agora existe a visão disso. Os fatos têm significado somente até o ponto em que a mão do artista os atravessa para agarrar o que se encontra além deles. (...)

Cubismo

No intuito de reeducar o olho buscando uma nova noção de perspectiva e proporção, o Cubismo subverte a realidade. Veja o que diz um dos principais representantes, Pablo Picasso: “Eu não pinto uma mulher, eu pinto um quadro (...) não vejo a natureza como ela é, ela é como eu a vejo.”

Os pintores - Picasso, Georges Braque, Juan Gris, Fernand Léger, André Lothe - afirmam que as coisas existem a partir das relações e mudam de aparência de acordo com o ponto de vista escolhido para observá-las. Fragmentam o objeto e reorganizam as partes em um sistema de sobreposição e simultaneidade - colagem.

Na literatura, em 1913, Guillaume Apollinaire (1880-1918) assina o manifesto - síntese que, entre outras coisas, destaca a preocupação com a construção do texto e ressalta a importância dos espaços em branco e em preto da folha de papel (composição gráfica que influencia a chamada Poesia Concreta brasileira da década de 60). Além disso, propõe a liberdade de criação, o uso do verso livre, a ausência de pontuação.

Cubo Futurismo

Em 1912, sai o manifesto Bofetada no Gosto Público, assinado por Burlink, Kruchenik, Maiakovski, Khlebnikov. Articula as propostas do Futurismo italiano com o Cubismo francês. Apregoa a “poesia de nossa época”, rompendo drasticamente com o passado e assumindo as bases da Revolução Russa de 1917. Destaca, ainda, o princípio de coautoria, a recusa de dados autobiográficos, a valorização do teatro como forma de literatura mais acessível às massas e a poesia como ofício.

Impressões:

Aos leitores do nosso povo, primitivo, inesperado.

Somente nós somos o rosto do nosso tempo. A corneta do tempo ressoa na nossa arte verbal (...).

Do alto dos arranha-céus discernimos a sua nulidade! Ordenamos que se respeite o direito dos poetas:

  1. a ampliar o volume do vocabulário com palavras arbitrárias e derivadas (neologismos);
  2. a odiar sem remissão a língua que existiu antes de nós;
  3. a repelir com horror da própria fonte altaneira a coroa daquela glória barata que fabricastes com as escovas de banho;
  4. a estar fortes sobre o escolho da palavra “nós”, num mar de assobios e indignações.

E se em nossos rabiscos ainda restam rastros do vosso “bom sentido” e do vosso “bom gosto”, nestes, todavia, já palpitam, pela primeira vez, as lâmpadas de nossa futura beleza da palavra autônoma (autoevoluída).

Dadaísmo

O mais radical movimento de vanguarda. Dadá significa nada. É a negação total, a apologia do absurdo e do incoerente, do casual e do lúdico, do nonsense.

Eu redijo um manifesto e não quero nada, eu digo portanto certas coisas e sou por princípio contra os manifestos, como sou também contra os princípios (...)

Fundado em 1916, na Suíça (Cabaret Voltaire), por refugiados de guerra (Hugo Ball, Marcel Janco, Hans Arp, Francis Picabia, Vicente Huidobro, Tristan Tzara), prega a destruição:

(...)

Eu destruo as gavetas do cérebro e as da organização social: desmoralizar por todo lado e lançar a mão do céu ao inferno, os olhos do inferno ao céu, restabelecer a roda fecunda de um circo universal nos poderes reais e na fantasia de cada indivíduo(...)

Lúdica e reaproveitadora (ready-made), a linguagem Dadá protesta contra a linguagem tradicional: não há sintaxe, não há verbo, não há nada.

Veja como se faz um poema dadaísta segundo Tristan Tzara:

Pegue um jornal
Pegue a tesoura.
Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar a seu poema.
Recorte o artigo.
Recorte em seguida com atenção algumas palavras que formam esse artigo e meta-as num saco.
Agite suavemente.
Tire em seguida cada pedaço um após o outro.
Copie conscienciosamente na ordem em que elas são tiradas do saco.
O poema se parecerá com você.

E ei-lo um escritor infinitamente original e de uma sensibilidade graciosa, ainda que incompreendido do público.

Veja, agora, outros trechos do Manifesto Dadá de 1918:

Sabe-se pelos jornais que os negros Krou denominaram a cauda de uma vaca santa: DADÁ. O cubo é a mãe em certa região da Itália: DADÁ. Um cavalo de madeira, a ama de leite, dupla afirmação em russo e em romeno: DADÁ.
DADÁ NÃO SIGNIFICA NADA
A obra de arte não deve ser a beleza em si mesma, porque a beleza está morta.
Como querer ordenar o caos que constitui esta infinita informe variação: o homem? O princípio: “ama teu próximo” é uma hipocrisia. “Conhece-te” é uma utopia, porém mais aceitável porque contém a maldade. Nada de piedade. Após a carnificina, resta-nos a esperança de uma humanidade purificada.
... nasceu DADÁ de um desejo de independência, de desconfiança na comunidade. Aqueles que nos pertencem conservam sua liberdade. Nós não reconhecemos nenhuma teoria.

Surrealismo

Paris, 1924. André Breton (1896-1970) lança o Manifesto Surrealista. Oriundo do Dadaísmo, o Surrealismo é um movimento pós Primeira Guerra e, como tal, absorve os traumas econômico-político-sociais desse período. Baseado nas outras vanguardas (Futurismo, Expressionismo, Cubismo), estabelece o estudo aprofundado de conteúdos ainda não explorados: sondagem do primitivo e do subconsciente, do inconsciente, do sonho e da loucura, dos estados alucinatórios, enfim, de tudo quanto é avesso ao racional e positivista.

Veja como foi conceituado o Surrealismo:

SURREALISMO, n.m. Automatismo psíquico puro pelo qual se pretende exprimir, verbalmente ou por escrito, ou de qualquer outra maneira, o funcionamento real do pensamento. Ditado pelo pensamento, na ausência de qualquer vigilância exercida pela razão, para além de qualquer preocupação estética ou moral.

ENCICL. Filos. O surrealismo assenta na crença da realidade superior de certas formas de associação, negligenciadas até aqui, no sonho todo-poderoso, no jogo desinteressado do pensamento. Tende a arruinar definitivamente todos os outros mecanismos [psíquicos] e a substituir-se a eles na resolução dos principais problemas da vida. Fizeram profissões de SURREALISMO ABSOLUTO os senhores Aragon, Baron, Boiffard, Breton, Carrive, Crevel, Delteil, Desnos, Éluard, Gérard, Limbour, Malkine, Morise, Naville, Noll, Péret, Picon, Soupalt, Vitrac.

Na Literatura, a escrita automática, a maneira do escritor deixar-se levar pelos impulsos e emoções, sem se preocupar com o encadeamento lógico dos fatos, é a grande conquista:

Mande vir com que escrever, depois de se ter instalado num lugar tão favorável quanto possível à concentração do seu espírito sobre si mesmo. Coloque-se no estado mais passivo, ou receptivo, que puder. Abstraia do seu gênio, dos seus talentos e dos de todos os outros. Repita a si mesmo que a literatura é um dos mais tristes caminhos que levam a tudo. Escreva depressa sem assunto prévio, suficientemente depressa para não parar e não ter tentação de reler.

O nome Surrealismo vem de sugestão de Guillaume Apollinaire que, em 1917, classifica sua peça As Mamas de Tirésias como drama surrealista.

O Século da Máquina, o Século da Eletricidade ganha grandes avanços científicos. O austríaco Freud (1856-1939) publica A interpretação dos Sonhos (1900), Três Contribuições a uma Teoria Sexual (1905) e outros livros onde analisa o que denominou “complexo de Édipo”: o conjunto de relações que vinculam a criança a seus pais. Para Freud, essas relações constituem o núcleo central da personalidade e seu desenvolvimento não regular acaba se tornando o principal responsável pelas neuroses e psicoses.

Em 1905, Albert Einstein elabora a Teoria da Relatividade, colocando a noção do espaço-tempo como relativa; Max Planck esboça a Teoria dos Quanta, segmentando o conceito de energia discreta; N. Bhor traça os modelos da física atômica e molecular. É o começo da pesquisa de estado sólido (componentes semicondutores) e da física do plasma. A eletrônica se desenvolve.

A Antropologia parte para a pesquisa de campo, sistematizando sociedades através de B. Malinowski (1884-1942) e outros. A Linguística é estruturada por F. Saussure (1857-1913) e, posteriormente por R. Jakobson (1896) com as funções da linguagem (emotiva, referencial, apelativa, fática, poética e metalinguística).

No cinema, Fritz Lang, cineasta alemão, apresenta Metropolis onde aparece o “homem máquina” da ficção científica. Eiseustein faz o Encouraçado Potenkin; Mário Peixoto, brasileiro, filma Limite; Charles Chaplin cria Tempos Modernos. É o começo das produções cinematográficas.

A música passa a ser ouvida simultaneamente ao ruído da máquina. É a música da máquina ou a música com a máquina. O aperfeiçoamento técnico aparece em todas as atividades artísticas: cinema, música, dança, teatro, revistas em quadrinhos, literatura, arquitetura, pintura, etc.

Sumário

- Localização Cronológica
- Panorama Histórico
- Vanguardas Europeias
i. Futurismo
ii. Expressionismo
iii. Cubismo
iv. Cubo Futurismo
v. Dadaísmo
vi. Surrealismo
- Modernismo em Portugal
- Fernando Pessoa
- Modernismo no Brasil - 2ª Fase: 1930
- 2ª geração - Prosa - Romance Regionalista
i. Rachel de Queiroz
ii. José Lins do Rego
iii. Graciliano Ramos
iv. Jorge Amado
v. Érico Veríssimo
vi. Carlos Drummond de Andrade
vii. Cecília Meireles
viii. Vinícius de Moraes
- 3ª geração - Teoria, Autores e Obras
i. Guimarães Rosa
ii. Clarice Lispector
iii. João Cabral de Melo Neto
- Antologia
Assine login Questões de Revisão image Questões dissertativas image Questões para o Enem image