Segunda Guerra Mundial

Segunda Guerra Mundial

As Causas da Segunda Guerra Mundial

O Tratado de Versalhes resultou na criação da Liga das Nações (ou Sociedade das Nações) que tinha como propósito manter a paz mundial. Seus membros prometeram resolver conflitos internacionais na Liga, e não nos campos de batalha. A Liga das Nações também estabeleceu o sistema de mandatos, que serviria como uma forma de governo de transição até que as colônias estivessem prontas para se tornar independentes. Apesar de a Liga das Nações ser composta de mais de 60 países membros, a organização não surtiu efeito, pois não tinha poder para impor suas decisões e determinações.

Durante a década de 1920 foram realizadas várias conferências internacionais para discutir o desarmamento e a manutenção da paz internacional. O plano mais ambicioso foi o Pacto Kellogg-Briand - tratado para a Renúncia à Guerra - firmado em 1928. Esse tratado, assinado por quase todos os países do mundo, declarava que a guerra não seria usada como "um instrumento de política nacional". Mas na realidade, esse Pacto não foi significativo, pois não continha qualquer medida sobre como lidar com os países que quebrassem o acordo.

Agressões Fascistas

Após a Primeira Guerra Mundial, o Tratado de Versalhes foi repudiado por muitas pessoas na Alemanha. O acordo havia provocado o desarmamento do país, confiscado suas colônias e ordenado o pagamento de grandes reparações de guerra. O governo de Weimar tentara modificar o tratado pela via diplomática. Quando Adolf Hitler chegou ao poder, no início da década de 1930, ele jurou destruir o tratado.

O primeiro passo de Hitler na restauração do poder da Alemanha foi a reconstrução da estrutura militar do país. Em 1935, anunciou que construiria um exército pacífico de 550 mil homens. Grã-Bretanha e França protestaram contra o rearmamento alemão, alegando, com razão, que era uma violação do Tratado de Versalhes. Não obstante, nenhum dos países tomou qualquer medida para impedir a formação do novo exército da Alemanha.

Da mesma forma que a Alemanha, a Itália fascista também construiu seu exército. Em 1935, as tropas de Benito Mussolini invadiram a Etiópia - o reino independente da África que havia resistido às invasões anteriores dos italianos. Haile Selassie, imperador da Etiópia, reclamou da invasão para a Liga das Nações. A Liga exigiu que seus membros não mais vendessem armas para a Itália. Todavia, apenas algumas nações obedeceram e o boicote fracassou. A Etiópia logo sucumbiu, tornando-se parte de uma colônia italiana.


Haile Selassie

Tanto a Alemanha quanto a Itália demonstraram sua crescente força militar durante a Guerra Civil Espanhola de 1936-1939. Hitler e Mussolini apoiaram as forças de Francisco Franco, cuja vitória estabeleceu um outro governo fascista na Europa Ocidental. A guerra na Espanha aproximou Itália e Alemanha, e em 1936, os dois países formaram uma aliança militar, que ficou conhecida como as Potências do Eixo. (O Japão, posteriormente, uniu-se ao Eixo).

A Expansão Alemã

Em março de 1936, Hitler enviou tropas para a Renânia, a região desmilitarizada entre o rio Reno e a fronteira francesa. Essa ação foi uma violação clara do Tratado de Versalhes. Os generais alemães alertaram Hitler de que essa decisão era perigosa, pois o exército alemão ainda estava fraco. Ele, por outro lado, estava certo de que os líderes franceses e britânicos nada fariam para tentar impedi-lo.

A operação alemã na Renânia foi bem-sucedida graças à política de conciliação dos poderes ocidentais. Grã-Bretanha e França escolheram uma política de diplomacia, evitando qualquer conflito militar por várias razões:

1. Após os horrores da Primeira Grande Guerra, os franceses e britânicos queriam paz. Essa aversão à guerra levou-os a ignorar sinais claros de que Hitler estava decidido a dominar a Europa.

2. O desejo de paz e problemas econômicos haviam levado a Grã-Bretanha a fazer cortes drásticos em seus gastos militares. No final da década de 1930, a Grã-Bretanha não estava preparada para uma guerra. E sem o apoio britânico, a França não era forte o suficiente para enfrentar a Alemanha.

3. Muitas pessoas na Grã-Bretanha consideravam que o Tratado de Versalhes havia imposto restrições rígidas demais sobre a Alemanha. Como resultado, os britânicos inicialmente não ficaram alarmados com as violações de Hitler.

4. Muitos europeus acreditavam que o líder soviético, Josef Stalin, representava uma ameaça maior para o Ocidente do que Hitler. Eles aplaudiam seu anticomunismo e esperavam que ele fosse um aliado contra a União Soviética.

Hitler, encorajado pela falta de reação da Grã-Bretanha e da França, continuou ampliando o território alemão. Declarando estar seguindo o princípio de autodeterminação, Hitler tentou trazer todos os povos de língua alemã sob o governo do Terceiro Reich. O Tratado de Versalhes proibia a união entre Áustria e Alemanha, mas o ditador nazista propôs que os dois estados cooperassem em certas áreas. A maioria dos austríacos aprovou o plano, e em março de 1938, as tropas de Hitler entraram na Áustria sem encontrar resistência da população. Os alemães firmaram o Anschluss - a união entre Alemanha e Áustria.

O próximo alvo de Hitler foi a Checoslováquia. A maioria dos 15 milhões de habitantes da região era de origem eslava, mas três milhões eram alemães. Um grande número de cidadãos de língua alemã vivia na região dos Sudetos, ao longo da fronteira alemã. Quando Hitler ameaçou iniciar a guerra contra a Checoslováquia, Mussolini e o primeiro-ministro britânico Neville Chamberlain se envolveram.


Neville Chamberlain

Em setembro de 1938, Chamberlain e Mussolini reuniram-se em Munique, com Hitler e com o primeiro-ministro francês Édouard Daladier. O propósito da reunião era decidir o destino da Checoslováquia, mas nenhum representante checo foi convidado a participar. Continuando com a política de conciliação, Chamberlain e Daladier concordaram em deixar Hitler manter a região dos Sudetos. Em troca, o líder nazista prometeu não conquistar mais territórios.


Édouard Daladier

Chamberlain retornou ao seu país e foi aclamado por multidões. O primeiro-ministro britânico disse a eles que o acordo de Munique havia trazido "paz com honra... paz no nosso tempo". A maioria do povo britânico apoiou Chamberlain em sua decisão.

Mas apesar de sua promessa em Munique, Hitler continuou a conquistar territórios além da região dos Sudetos. Em março de 1939, soldados alemães adentraram Praga, a capital checa. Toda a Checoslováquia rapidamente passou para o controle alemão.

O Início da Guerra

Após a conquista alemã da Checoslováquia, as pessoas logo começaram a imaginar quais seriam os futuros planos de Hitler. A resposta veio logo: Polônia. Hitler queria recuperar o Corredor Polonês - a extensão de terra que separava o leste da Prússia do restante da Alemanha. (O Corredor Polonês havia sido entregue à Polônia após a Primeira Guerra Mundial). Em março de 1939, Hitler exigiu que o porto polonês de Danzig retornasse ao governo alemão e que a Alemanha também recebesse uma ferrovia e uma estrada pelo Corredor. Os poloneses recusaram estas exigências, e Grã-Bretanha e França prometeram defender a independência da Polônia.

França e Grã-Bretanha tentaram obter apoio da União Soviética, mas a desconfiança mútua entre os países permanecia. Pouco depois, Stalin e Hitler surpreenderam o mundo assinando um pacto de amizade no final de agosto de 1939. Nesse tratado, chamado de Pacto Germano-Soviético, a União Soviética concordava em deixar a Alemanha invadir a Polônia. Em troca, Hitler prometeu a Stalin territórios na Europa Oriental.

Na manhã de 1 de setembro, tanques alemães entraram na Polônia. Grã-Bretanha e França honraram sua promessa aos poloneses e em 3 de setembro de 1939, declararam guerra contra a Alemanha. Assim começou a Segunda Guerra Mundial - a mais terrível guerra na história da humanidade.

As Conquistas Alemãs

Os exércitos alemães utilizavam uma estratégia de guerra que consistia de ataques-surpresa extremamente rápidos chamados de blitzkrieg, ou "guerra relâmpago". Menos de uma semana após a invasão de 1 de setembro à Polônia, um blitzkrieg de tanques e aviões alemães abriu caminho para a capital polonesa, Varsóvia. Tropas soviéticas vindo do leste também invadiram a Polônia. Em 27 de setembro de 1939, os poloneses se renderam e conforme o Pacto Germano-Soviético, Hitler e Stalin dividiram o país. Os alemães ficaram com Gdansk (Danzig).


Hitler saúda as tropas que voltavam vitoriosas da Polônia

Para ter acesso ao Mar Báltico, o governo soviético estabeleceu bases militares na Letônia, Lituânia e Estônia. Os soviéticos exigiram também bases na Finlândia e uma grande faixa de terra na fronteira finlandesa. Quando a Finlândia recusou essas exigências, tropas soviéticas invadiram o país. Durante a Guerra de Inverno de 1939, soldados finlandeses lutaram bravamente contra soldados soviéticos. Em março, contudo, a Finlândia foi obrigada a se render e a ceder o território exigido pela União Soviética.

Apesar de a Grã-Bretanha e França estarem oficialmente em guerra com a Alemanha, nenhuma luta ocorreu entre esses países na frente ocidental durante o inverno de 1939-1940. Repentinamente, em abril de 1940, os alemães atacaram a Dinamarca e Noruega. Os dois países escandinavos caíram rapidamente às forças invasoras. No mês seguinte, Bélgica, Holanda e Luxemburgo também se renderam a Hitler.

A França ainda se sentia segura, sendo protegida pela Linha Maginot - uma série de fortes de defesa ao longo de sua fronteira com a Alemanha. Porém, como na Primeira Guerra Mundial, tropas alemãs manobraram ao redor da Linha Maginot atacando a França através da Bélgica. Tanques e a infantaria alemã atravessaram as fronteiras francesas e seguiram em direção ao Canal da Mancha. Esse avanço alemão provocou uma ruptura entre o exército francês que defendia Paris e as tropas francesas, britânicas e belgas localizadas na costa da França.

Mais de 300 mil tropas aliadas foram forçadas a recuar para Dunquerque no Canal da Mancha. Para resgatar os soldados presos, a Inglaterra enviou todos os seus navios disponíveis, incluindo barcos de pesca, rebocadores, iates particulares, assim como navios mercantes e destroieres da marinha inglesa. Em 4 de junho de 1940, aproximadamente uma semana após o recuo a Dunquerque, a maioria da frota inglesa havia resgatado os soldados presos, levando-os à Inglaterra. O "milagre de Dunquerque" incentivou e uniu o povo britânico na resistência contra Hitler.

Os exércitos alemães continuaram a percorrer o norte da França. Milhões de cidadãos franceses, fugindo dos nazistas, partiram para o sul da França de trem, carro, bicicleta ou mesmo a pé. Em 10 de junho, Benito Mussolini também declarou guerra contra a França e tropas italianas invadiram o país pelo sul. Para evitar que Paris fosse destruída, os franceses não tentaram defender a cidade. Tropas alemãs marcharam até Paris em 14 de junho; poucos dias depois, o governo da França pediu um armistício. Hitler exigiu que o armistício fosse assinado no mesmo carro rodoviário onde os alemães haviam assinado o armistício da Primeira Guerra Mundial.

Sob os termos do armistício, a Alemanha ocupou o norte da França (incluindo Paris) e a costa do país. No sul, um governo francês títere foi estabelecido em Vichy.

A Batalha da Grã-Bretanha

Com a queda da França, a Grã-Bretanha se encontrou lutando sozinha contra as forças do Eixo. Hitler havia feito planos para invadir a Grã-Bretanha, mas tinha esperança que os britânicos se rendessem antecipadamente. Quando Winston Churchill, o novo primeiro-ministro britânico, se recusou, Hitler ordenou que a aviação iniciasse um bombardeio em massa contra as fábricas, portos marítimos e cidades britânicas. Em 8 de agosto de 1940, teve início a Batalha da Grã-Bretanha. Centenas de bombardeiros e aviões de caça alemães bombardearam a Grã-Bretanha, iniciando meses de terríveis ataques aéreos contra as cidades britânicas.


Winston Churchill

Os britânicos resistiram bem aos bombardeios alemães. Muitas crianças foram enviadas de Londres para o interior do país e os londrinos que permaneceram estavam determinados a manter a capital em funcionamento, apesar da "blitz" nazista. Jovens e corajosos pilotos da Royal Air Force (RAF - Força Aérea Real) enfrentaram os aviões alemães auxiliados pelo radar, invenção recém-desenvolvida por cientistas britânicos que permitia aos pilotos ingleses localizar pilotos inimigos. Além disso, os Aliados conseguiram quebrar um código ultrassecreto alemão e agora tinham uma melhor ideia de quando e onde os aviões nazistas iriam atacar.

No fim do outono, parecia que Hitler havia desistido de seus planos de invadir a Grã-Bretanha, contudo, a "blitz" alemã prosseguiu até a primavera. Grandes áreas de cidades britânicas foram totalmente destruídas e milhares de civis, mortos. Submarinos alemães bloquearam os portos ingleses, impedindo a entrada de alimentos e suprimentos no país. A Grã-Bretanha, necessitando de dinheiro para a compra de alimentos e equipamentos militares, pediu ajuda aos Estados Unidos. Mas como os Estados Unidos tinham adotado uma posição neutra no conflito, não podiam enviar dinheiro para um país que estava em guerra. Porém, em março de 1941, o Congresso norte-americano lançou o Lend-Lease Act (Lei de Empréstimo e Arrendamento) permitindo que o presidente Franklin D. Roosevelt vendesse, alugasse, ou emprestasse equipamentos militares para nações cuja defesa era vital para a segurança dos Estados Unidos.

As Invasões da União Soviética

Apesar de ter fracassado ao tentar invadir a Grã-Bretanha, Hitler decidiu atacar a União Soviética. Hitler desprezava o comunismo, e tinha certeza que um dia atacaria a União Soviética.

Em junho de 1941, as tropas alemãs se agruparam ao longo da fronteira soviética. Em 22 de junho, forças alemãs adentraram a União Soviética ao longo da frente que se estendia do Mar Báltico ao Mar Negro. Imediatamente após ter sofrido o ataque de Hitler, os Estados Unidos e a Grã-Bretanha ofereceram ajuda e apoio à União Soviética. O acordo norte-americano Lend-Lease (Empréstimo e Arrendamento) foi ampliado para incluir a União Soviética.

A invasão alemã devastou a região ocidental da União Soviética e causou grande sofrimento ao seu povo. Em setembro de 1941, por exemplo, soldados alemães cercaram a cidade de Leningrado, capturando aproximadamente três milhões de pessoas. O sítio de Leningrado durou mais de dois anos - quase um milhão de soviéticos morreram de fome e doenças.


Camponeses arruinados nos campos de Leningrado

Os exércitos soviéticos sofreram perdas terríveis no primeiro mês de ofensiva alemã. Em setembro, 2.5 milhões de soldados e dezenas de milhares de tanques e aviões soviéticos já haviam sido perdidos. Não obstante, a União Soviética não se rendeu aos nazistas. À medida que os soviéticos recuavam - fugindo do avanço dos exércitos alemães - eles queimavam plantações nos campos e destruíam equipamentos. Essa tática deixou as forças alemãs sem alimentos ou suprimentos.

A chegada das chuvas de outono e da neve no inverno desaceleraram a ofensiva alemã. Novas tropas soviéticas chegaram da Sibéria com equipamentos de inverno, enquanto os soldados alemães congelavam em seus uniformes de verão. Os tanques e caminhões alemães não conseguiam funcionar no frio. O inverno russo parou o exército alemão, assim como havia derrotado as tropas de Napoleão Bonaparte um século antes.

A Batalha de Stalingrado

Apesar das dificuldades enfrentadas pelo seu exército, a Alemanha conquistou áreas extensas da União Soviética. Na primavera e verão de 1942, ocorreram novos ataques alemães contra os soviéticos. O alvo principal dos nazistas era Stalingrado, agora chamado de Volgogrado, que era o centro de transportes entre o norte e o sul da União Soviética.

No fim de agosto, tropas alemãs chegaram aos arredores de Stalingrado. Seiscentos aviões alemães bombardearam a cidade, matando aproximadamente 40 mil civis. O povo de Stalingrado, todavia, não abandonou a cidade e seus soldados e civis enfrentaram bravamente as tropas alemãs.


Batalha de Stalingrado

À medida que a luta continuava, as tropas soviéticas preparavam-se para um ataque massivo para cercar o exército alemão em Stalingrado. No final de novembro, liderados pelo marechal soviético Gueorgui Konstantinovitch Jukov, os soviéticos atacaram. O comandante alemão implorou a Hitler que deixasse suas tropas, congeladas pelo frio e exaustas, se retirassem, mas o líder nazista recusou. Finalmente, em fevereiro de 1943, a última tropa alemã em Stalingrado se rendeu.


Exército Russo entra em Berlim

A vitória soviética marcou um ponto crucial na guerra da Europa Oriental. Após essa vitória, tropas soviéticas começaram a se dirigir para a Europa Ocidental. Chegaram a Berlim, o coração do Império Nazista.

A Campanha no Norte da África

Nos primeiros anos de guerra, enquanto Hitler tentava conquistar o oeste europeu, o ditador italiano Benito Mussolini tentava assumir o controle do Mediterrâneo. No outono de 1940, forças da colônia italiana da Líbia invadiram o Egito com o objetivo de capturar o Canal de Suez da Grã-Bretanha. Porém, soldados britânicos resistiram ao ataque, forçando a retirada italiana. Para evitar que os britânicos conquistassem a Líbia, a Alemanha enviou ajuda aos italianos - os Afrika Korps - uma tropa de soldados denominada de "ratos do deserto" liderados pelo marechal Erwin Rommel.


Erwin Rommel

As tropas de Rommel e as tropas britânicas combateram no deserto no Norte da África por mais de um ano. As habilidades de Rommel e suas táticas inteligentes deram-lhe o apelido de "Raposa do Deserto". Em 1942, os britânicos enviaram o marechal Bernard Montgomery para bloquear o avanço de Rommel ao Canal de Suez. Os exércitos desses dois brilhantes generais se enfrentaram em El Alamein. As forças de Montgomery contra-atacaram e em novembro de 1942, expulsaram as tropas de Rommel do Egito. Al Alamein, a primeira grande vitória britânica da guerra, transformou Montgomery em um herói.


Bernard Montgomery

Enquanto isso, os norte-americanos entraram no conflito contra a Alemanha em dezembro de 1941, após Hitler ter declarado guerra contra os Estados Unidos. No início de novembro de 1942, as tropas Aliadas sob o comando do general norte-americano Dwight D. Eisenhower chegaram ao Marrocos e Argélia. Mesmo estando essas colônias francesas sob o governo títere francês de Vichy, pró-nazista, o comandante francês apoiou os Aliados.

Em maio de 1943, os Aliados conquistaram o Norte da África, encerrando, assim, a ameaça ao Canal de Suez e tornando o Mediterrâneo seguro para a navegação de navios Aliados. O Norte da África também serviu como base para os Aliados invadirem o sul da Europa.

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Sumário

- As Causas da Segunda Guerra Mundial
i. Agressões Fascistas
ii. A Expansão Alemã
- O Início da Guerra
i. As Conquistas Alemãs
ii. A Batalha da Grã-Bretanha
iii. As Invasões da União Soviética
iv. A Batalha de Stalingrado
v. A Campanha no Norte da África
- Guerra do Pacífico
i. A Agressão Japonesa
ii. O Ataque a Pearl Harbor
iii. As Vitórias Japonesas
iv. As Vitórias Norte-Americanas
- O Fim da Segunda Guerra Mundial
i. A Invasão da França
ii. A Derrota da Alemanha
iii. A Derrota do Japão
iv. A Bomba Atômica
- As Consequências da Guerra
i. Planejando uma Europa Pós-Guerra
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