Imperialismo na África

Imperalismo na África

Em meados do século XIX, 90% da África ainda era dominada pelos africanos. Mas comerciantes, missionários e exploradores europeus já haviam aberto o caminho para a colonização estrangeira do continente. Diversas nações europeias haviam fixado postos e colônias ao longo da costa africana, e agora reivindicavam território no interior. Em 1914, apenas duas nações africanas - Etiópia e Libéria - permaneciam livres do domínio europeu.

A Conferência de Berlim

Até o início da década de 1870, apenas Grã-Bretanha e França haviam demonstrado interesse na África. Na década seguinte, outros poderes europeus buscaram conquistar território africano. O primeiro dos novos colonizadores foi o rei da Bélgica, Leopoldo II, que reivindicou a enorme bacia do Rio Congo como posse pessoal em 1884. A Alemanha declarou protetorados sobre quatro territórios africanos nos anos 1884-1885.

Para evitar conflitos territórios na África, a Alemanha organizou a Conferência de Berlim de 1884-1885. Doze nações europeias, além do Império Otomano e dos Estados Unidos, compareceram. Os povos da África, cujo futuro deveria ser decidido, não tinham representantes na conferência.


Rio Niger

Os representantes decidiram que deveria haver livre comércio e tráfego em ambos os rios Níger e Congo. Eles também concordaram que as nações colonizadoras tinham que tomar posse de um território na África antes de reivindicá-lo como sua colônia, e que as nações imperialistas iriam unir forças se o povo africano resistisse a sua colonização. A Conferência de Berlim facilitou a tomada da África pelos poderes europeus, evitando conflitos entre eles.

África Ocidental

O imperialismo europeu na África era fruto de rivalidade nacional, competição econômica e racismo. Na África ocidental, o desejo de proteger o comércio externo era o fator mais importante.

A expansão francesa ao longo da África Ocidental fazia parte de um grandioso sonho de controlar territórios de costa a costa, por todo o continente. O governo francês reivindicava todo o território entre o Senegal e a Argélia. Após muita resistência africana, os franceses conseguiram tomar o Tombuctu (por vezes escrita Timbuktu) em 1894. Eles também anexaram partes da costa, onde os comerciantes franceses estavam em atividade há anos.

O maior forte oponente dos colonizadores franceses foi o império de Samory Touré que construiu um poderoso estado no alto do Rio Níger na década de 1870. Samory, que havia comprado armas de comerciantes europeus, declarou seu império um estado muçulmano e ordenou que todos seus súditos adotassem a religião islâmica.


Samory Touré

Os exércitos de Samory eram os mais poderosos da África Ocidental e conseguiam consertar rifles e até produzir novas armas. Eles enfrentaram os franceses durante 20 anos, até que Samory foi capturado em 1898.

A derrota de Samory rendeu aos franceses o controle sobre a maior parte do interior da África Ocidental, mas muito desse território era seco e pouco povoado. Por outro lado, os britânicos conquistaram territórios menores, mas muito mais valiosos na África Ocidental.

Os britânicos conquistaram território da Costa do Ouro no século XIX. O interior era governado pelos poderosos Ashanti. Os britânicos lutaram quatro guerras contra este povo entre 1824 e 1874, incendiando duas vezes a capital Ashanti, Kumasi. Em 1896 os britânicos capturaram Kumasi novamente, e desta vez declararam o reino como um protetorado.

Contudo, a resistência dos Ashanti não terminou. Em 1900, o governo britânico exigiu a rendição do trono de ouro, o símbolo real Ashanti. Os Ashanti revoltaram-se e aprisionaram o governante, os missionários e os soldados britânicos. Tropas britânicas foram enviadas para esmagar a rebelião, e centenas de pessoas morreram na guerra, que durou um ano. Com forças superiores, os britânicos foram capazes de retomar o controle.

A superioridade militar britânica também resultou na conquista de sua mais importante colônia na África Ocidental, a Nigéria. Os pequenos estados comerciais do delta do Rio Níger foram conquistados no final do século XIX. Em 1902-1903, os britânicos derrotaram o Califado de Sokoto e em 1914, a Grã-Bretanha uniu os povos do norte e sul em uma só colônia nigeriana.

O Nordeste da África

No nordeste da África, o objetivo principal dos europeus era proteger a rota marítima para a Índia britânica. A abertura do Canal de Suez em 1869, que abriu um atalho para a Índia, fez do Egito um lugar de grande importância para a Grã-Bretanha.


Canal de Suez

A construção do canal serviu para endividar o Egito com os bancos europeus. A situação se agravou após a Guerra Civil nos Estados Unidos. Grandes exportações de algodão dos Estados Unidos causaram uma queda nos preços mundiais, prejudicando a indústria de algodão egípcia.

Em 1875, o governo egípcio estava próximo da ruína financeira. Aceitando uma proposta dos britânicos, os egípcios venderam suas ações na Companhia Universal do Canal Marítimo de Suez. O Egito também foi obrigado a aceitar que administrações britânica e francesa controlassem suas finanças. Quando nacionalistas egípcios tomaram controle do governo, a Grã-Bretanha invadiu o país, e em 1882 dominava o país.

A Grã-Bretanha buscou expandir-se mais em direção ao sul. Para proteger o Egito, os britânicos decidiram tomar posse de terras ao redor da fonte do Rio Nilo. Em um acordo assinado em 1890, a Alemanha deixou a Grã-Bretanha tomar controle de territórios ao longo do Lago Vitória. Em troca, a Alemanha obteve áreas que se tornariam a África Oriental Alemã.

Obter controle do restante do vale do Rio Nilo provou-se mais difícil. Um ano antes de Grã-Bretanha ocupar o Egito, um líder religioso muçulmano conhecido como Mahdi ("O Guiado") havia liderado uma revolta contra tropas egípcias no Sudão. A revolta prosseguiu após a tomada britânica do Egito. Em 1885, o forte britânico em Cartum foi devastado pelos seguidores de Mahdi. O Sudão permaneceu independente pelos próximos 13 anos.

Em 1896, preocupados com o interesse francês e belga no Sudão, os britânicos decidiram reconquistar o país. Eles enviaram soldados ao longo do Rio Nilo, construindo uma ferrovia à medida que seguiam. Em Omdurman, em 1898, um exército egípcio-britânico liderado pelo general H.H. Kitchener encontrou o exército sudanês. As metralhadoras britânicas acabaram com os atacantes, matando mais de 10.000 sudaneses ao custo de apenas 28 soldados britânicos.


Batalha de Omdurman

À medida que as tropas de Kitchener seguiam para o sul, uma expedição francesa seguia em direção ao leste para reivindicar territórios a oeste do Nilo. Algumas semanas após a Batalha de Omdurman, estes dois grupos encontraram-se em Fachoda. Durante um certo tempo, França e Grã-Bretanha pareciam estar à beira de uma guerra, mas o Incidente de Fachoda foi resolvido com diplomacia. O governo francês, já com problemas por causa do escândalo do Caso Dreyfus, desistiu de suas exigências pelas terras ao longo do Nilo.

O Sul da África

No sul da África, minerais valiosos atraíram o imperialismo europeu. Diamantes foram encontrados próximo ao Rio Orange em 1867, e brancos e negros seguiram em massa para a região em busca de riquezas. Em cerca de um ano, a cidade de Kimberley, onde havia campos de diamante, havia se tornado a segunda maior cidade no sul da África. Apesar de protestos dos africânderes (também chamados de bôeres) - como os descendentes dos colonizadores holandeses chamam-se hoje - a Grã-Bretanha anexou a área, que é hoje parte da Colônia do Cabo.

Quando foi encontrado ouro no Transvaal, em 1886, muitos mineradores de língua inglesa migraram para a cidade de Joanesburgo. O Transvaal era difícil de ser anexado pela Grã-Bretanha. Contudo, os britânicos bloquearam a rota dos africânderes para o mar. Eles anexaram a Bechuanalândia e formaram o estado africano de Basutolândia para evitar futuras expansões dos africânderes.

As Rodésias

Cecil Rhodes, um colonizador britânico no Cabo que havia conquistado grandes riquezas nos campos de diamante e ouro, exigiu que a Grã-Bretanha reivindicasse as terras ao norte do Transvaal. Rhodes sonhava em expandir sua ferrovia da Companhia Britânica da África do Sul, da Cidade do Cabo ao Cairo, no Egito. Em 1890, ele planejou uma "Coluna Pioneira" de colonos brancos para as férteis regiões montanhosas posteriormente chamadas de Rodésias.


Cecil Rhodes

Os brancos foram quase derrotados por uma grande rebelião dos Ndebele em 1896-1897. Mas munidos de armas automáticas, os colonizadores foram vitoriosos. O clima ameno da Rodésia do Sul e as minas de cobre na Rodésia do Norte atraíram mais colonizadores da Grã-Bretanha.

Determinados a separar-se da influência britânica, as repúblicas africânderes finalmente foram à guerra contra a Grã-Bretanha em 1899, na Guerra Sul-Africana (como os britânicos chamavam os africanos de Bôers, esta guerra também é conhecida como a Guerra dos Bôeres). Após perder diversas batalhas-chave, os africânderes adotaram táticas de guerrilha. A batalha sangrenta seguiu por mais três anos. Em 1902, finalmente os africânderes se renderam.

A União da África do Sul

Em 1910, o governo britânico uniu as colônias britânicas e africânderes em um Domínio chamado União da África do Sul. A desigualdade racial existiu nesse novo Estado desde sua fundação; somente homens brancos poderiam votar, apesar de constituírem apenas um quinto da população. Os brancos também possuíam a maior parte das terras e administravam todas as minas e fábricas. Apesar de suas diferenças, colonos britânicos e africânderes trabalhavam juntos para manter os africanos sob controle dos brancos.

A Independência da Etiópia

A Etiópia foi o único país africano que resistiu com sucesso ao imperialismo europeu. Em 1873, a Itália adquiriu um porto na costa do Mar Vermelho da Etiópia e usou-o como uma base para estabelecer colônias.

Em 1889, o imperador da Etiópia, Menelik II, assinou um tratado com a Itália cedendo território aos italianos em troca de armas e apoio. A Itália imediatamente reivindicou o direito de fazer da Etiópia um protetorado. Os britânicos apoiaram as reivindicações italianas, e as duas nações entraram em acordo sobre como iriam dividir o que foi chamado de "África Oriental Italiana". O imperador Menelik, porém, proclamou a independência da Etiópia. Com apoio da França, os etíopes prepararam-se para uma invasão italiana.

Em 1 de março de 1896, os italianos atacaram. Em Adwa, eles encontraram um exército etíope portando armamento europeu moderno. Em minoria de um italiano para quatro etíopes, os italianos sofreram uma derrota esmagadora. As nações europeias, impressionadas com a vitória da Etiópia, concordaram em reconhecer a independência do país. Com exceção da Libéria, a Etiópia era o único país da África que não estava sob domínio europeu.

Mesmo com tantas regiões do continente africano dividas entre os poderes coloniais, a resistência africana ao domínio estrangeiro nunca realmente terminou, e apenas mudou de forma à medida que as guerrilhas transformaram-se em rebeliões dispersas.

O Continente Antes de sua Repartição

Mudanças drásticas ocorreram na África desde o século XVIII até o início do século XX. Novos impérios se desenvolveram, e muitos estados antigos foram expandidos. O comércio de escravos pelo Atlântico chegou ao fim, porém outras formas de comércio surgiram. Missionários e exploradores, assim como comerciantes, vieram ao continente africano. Também foram estabelecidas as primeiras colônias europeias na África.

Novos Estados Africanos

No final do século XVIII, surgiram novos estados na África Ocidental, que dependiam do comércio através do Saara. Os novos estados foram formados por líderes muçulmanos que queriam fortalecer o islamismo e espalhar a religião entre os não muçulmanos.


Usman dan Fodio

O maior dos estados muçulmanos era o Califado de Sokoto, que hoje conhecemos como o norte da Nigéria. Seu líder era Usman dan Fodio, um pregador muçulmano e líder do povo Fulani. Em 1804, ele pediu por um jihad - guerra santa islâmica - para purificar o islã entre os povos Hausa e Fulani. Dentro de cinco anos, Usman havia deposto as antigas famílias governantes e uniu diversos pequenos reinos no maior império da África Ocidental. O Califado de Sokoto tornou-se posteriormente um importante centro de educação.

No sul da África, o poderoso reino Zulu foi criado no século XIX pelo rei Shaka Zulu. Usando novos tipos de lanças, o exército bem treinado de Shaka Zulu venceu várias batalhas, e em 1819, governava grande parte do sudeste do continente.

Após chegar ao poder, Shaka Zulu criou uma nova nação. Todos os jovens alistaram-se às unidades militares onde aprendiam a lutar e a ter orgulho de ser um zulu. Apesar de Shaka Zulu ter sido morto em 1828, o Zulu continuou sendo uma nação unida e poderosa.

Enquanto isso, estados antigos reformaram-se e expandiram-se durante o início do século XIX. O Egito retornou ao domínio otomano após a retirada das tropas de Napoleão. Sob a liderança de Mehmet Ali, que governou de 1805 a 1849, o Egito ganhou um grau significativo de independência. Ali trabalhou para modernizar e fortalecer seu país. O exército, a educação e a economia foram todos reformados, e o avanço da irrigação elevou a produção de algodão, açúcar e grãos. Novas construções foram feitas no Cairo e em outras cidades. O Egito estendeu seu controle ao sul africano em direção ao Sudão Oriental, que se tornou uma colônia egípcia. Sob a administração do neto de Ali, Ismael, foi construído o Canal de Suez ligando os mares Vermelho e Mediterrâneo.

O Comércio Africano em Expansão

Durante o século XIX, o comércio de escravos africanos decaiu, à medida que mais e mais países europeus proibiam a prática. Para substituir esse comércio perdido, os africanos ofereceram novas exportações para suprir a crescente necessidade da Europa industrial.

Na África Ocidental, o azeite de dendê havia sido uma exportação importante mesmo antes do declínio do comércio de escravos. Comerciantes compravam o azeite para alimentar os escravos que transportavam. Após 1800, a Grã-Bretanha importou quantidades crescentes de azeite de dendê para a fabricação de vela, sabonete e óleo lubrificante.

Outras regiões da África Ocidental também participaram do comércio de azeite de dendê. Em troca pelas exportações, os africanos recebiam tecidos de algodão, armas, sal e outros bens das fábricas e minas europeias. Em 1850, o valor do comércio entre Europa Ocidental e África Ocidental era seis ou sete vezes maior do que havia sido em 1820.

Na região oriental da África, uma expansão do antigo comércio de marfim atraiu muitos navios europeus e norte-americanos. O centro do comércio de marfim era a ilha de Zanzibar, na costa oriental da África.

Com a ajuda de comerciantes africanos, caravanas vindas do Zanzibar buscavam marfim. Parte do produto era comprado ou roubado de africanos locais, mas os comerciantes de caravana também utilizavam poderosos rifles europeus para caçar elefantes para obter marfim.

A Presença Estrangeira na África

Os comerciantes não eram os únicos viajantes estrangeiros na África. Colonos, missionários e exploradores também imigraram para o continente.

A colônia de Serra Leoa foi fundada em 1787 por negros que voltavam livres para a África, vindos da América do Norte e Grã-Bretanha. A Libéria foi estabelecida em 1820 por ex-escravos norte-americanos. Mas nenhuma das colônias atraiu tantos colonos como seus fundadores esperavam. Contudo, Serra Leoa tornou-se importante a partir de 1808, quando a Grã-Bretanha fez do país sua base para patrulhas contra o comércio de escravos. Durante os 60 anos seguintes, 130.000 africanos foram resgatados dos navios negreiros e enviados para Serra Leoa. Missionários europeus também vieram à colônia para trabalhar com esses colonizadores.

Enquanto isso, a Libéria tornou-se a primeira república da África em 1847. Os líderes da nação criaram um governo baseado no governo dos Estados Unidos. Apesar de serem minoria em relação aos nativos africanos, os colonizadores norte-americanos detinham o poder político e econômico no país.

Durante o século XIX, as igrejas cristãs estabeleceram estações que ofereciam aos africanos, educação e tratamento médico, assim como introdução ao cristianismo. Muitos missionários escreveram relatos sobre suas experiências. Suas descrições dessas regiões desconhecidas geraram curiosidade sobre a África no Ocidente.

Essa curiosidade, assim como uma avidez para encontrar novos mercados para os bens ocidentais, levou a grandes explorações na África. Homens e mulheres corajosos viajavam por partes do continente que nunca haviam sido exploradas por Ocidentais. Os grandes rios da África atraíam interesse especial, pois ofereciam rotas de comércio para o interior do continente.

O interesse pela África alcançou seu ápice durante as viagens de um missionário médico escocês chamado David Livingstone (1813-73). Livingstone iniciou seu trabalho no sul da África, mas logo prosseguiu para o norte. Ele viajou ao longo do rio Zambeze e do alto rio Congo, escrevendo relatos de sua jornada para os leitores na Inglaterra. Entre as descobertas de Livingstone estavam as gigantes cataratas do Rio Zambeze, que chamou de Cataratas Vitória em homenagem à rainha britânica.


Rio Zambeze

Enquanto explorava a África central, Livingstone esteve fora de contato com o mundo exterior por aproximadamente cinco anos. Em 1871, um jornalista norte-americano chamado Henry M. Stanley, deu início a uma busca por Livingstone. Após quase oito meses de viagem, Stanley encontrou-o em uma cidade mercante no Lago Tanganica, chamada Ujiji. Os cumprimentos de Stanley foram: "Dr. Livingstone, eu presumo?" Essa se tornou uma das frases mais famosas na história das explorações.


David Livingstone e Henry M. Stanley

Livingstone esperava que seu trabalho pudesse expor os horrores do comércio de escravos e trazer missionários a novas regiões da África. Outros missionários seguiram seus passos e estabeleceram estações. Porém, Stanley tinha intenções bastante diferentes: ele usou armas para forçar seu caminho pelo Rio Congo em direção ao Atlântico. Então ele foi trabalhar para o rei Leopoldo II da Bélgica, que usou as explorações de Stanley para reivindicar a bacia do Congo.

Sumário

- A Conferência de Berlim
- África Ocidental
- O Nordeste da África
- O Sul da África
- As Rodésias
- A União da África do Sul
- A Independência da Etiópia
- O Continente Antes de sua Repartição
i. Novos Estados Africanos
- O Comércio Africano em Expansão
- A Presença Estrangeira na África
- As Primeiras Colonizações na África
i. Os Franceses no Norte da África
ii. O Domínio Europeu da África
iii. Domínio Econômico Europeu da África
iv. As Consequências da Colonização sobre a Vida Africana
v. Benefícios da Colonização Europeia
vi. Os Franceses no Norte da África
Independência da África
i. O Nacionalismo Africano
ii. A Costa do Ouro
iii. O Congo Belga
iv. Quênia
Assine login Questões a responder image Questões dissertativas image Questões para o Enem image