Redação sobre Saúde Pública

Redação sobre Saúde Pública

Redação UCS 2020

A edição desta semana do canal do YouTube O Planeta Azul fala sobre a volta de epidemias que antes estavam extintas, como o sarampo. De acordo com o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado em 1º de julho, já são 142 casos registrados desde o início do ano, com 19 novos casos da doença nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro em relação ao boletim anterior. A atual situação exige um esforço nacional que deveria envolver governos e sociedade civil, sendo as políticas públicas de saúde fundamentais para o sucesso do combate às epidemias.

Disponível em: https://www.redebrasilatual.com.br/blogs/blog-na-rede/2019/07/epidemias-doencas-volta-saude/. Acesso em: 4 dez. 2019. (Parcial e adaptado.)

Em sua opinião, por que é importante conter a volta de doenças que já tinham sido erradicadas?

Redação UPF 2017

Um dos problemas abordados pela charge de Renato Peters é o problema da saúde pública vivido, hoje, no Brasil. Diante disso, escreva um texto dissertativo-argumentativo em que você reflita sobre a crise no sistema de saúde pública.

Redação PUC-PR 2010

TEXTO 1

EPIDEMIA ENDEMIA E PANDEMIA – Conceitos
1. Epidemia
É uma doença infecciosa e transmissível que ocorre numa comunidade ou região e pode se espalhar rapidamente entre as pessoas de outras regiões, originando o que se chama surto epidêmico.

2. Endemia
É uma doença localizada em um espaço limitado denominado “faixa endêmica”. Isso quer dizer que endemia é uma doença que se manifesta apenas numa determinada região, de causa local.

3. Pandemia
A pandemia é uma epidemia que atinge grandes proporções, podendo se espalhar por um ou mais continentes ou por todo o mundo, causando inúmeras mortes ou destruindo cidades e regiões inteiras.

(Adaptado de FRANÇA, N. B. M. - www.infoescola.com/doencas/endemiaepidemia- e-pandemia. Acesso 05/10/09)

 TEXTO 2

PANDEMIAS DE GRIPE – HISTÓRICO

A primeira pandemia desta doença que se tem notícia evoluiu de uma gripe surgida na África em 1510 e se espalhou por toda a Europa.

  • Gripe Asiática (1889–1890 – vírus H2N8). Foi detectada no início de 1889 na Rússia. Chegou ao Cáucaso e se espalhou rapidamente pelo oeste e atingiu a América do Norte ainda em 1889. No ano seguinte, atingiu a América do Sul, Índia e Austrália. Alcançou alta taxa de mortalidade.
  • Gripe Espanhola (1918–1919 – vírus H1N1). Foi identificada em tropas dos Estados Unidos, no Kansas, em 1918. Nesse mesmo ano, espalhou-lhe por todos os continentes. Foi extremamente mortal, mas desapareceu em menos de dois anos. Morreram mais de 25 milhões de pessoas.
  • Gripe Asiática (1957–1958 – vírus H2N2). Foi identificada na China em 1957 e espalhou-se pelos Estados Unidos. Só neste último país causou a morte de aproximadamente 100.000 pessoas.
  • Gripe Suína (na atualidade – vírus AH1N1). Habitualmente o vírus infecta porcos. Neles, portanto, a gripe é endêmica. Ainda não se chegou a um número definitivo de mortes causadas por esta gripe.
(Adaptado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Pandemia. Acesso 06/10/09)

Proposta de Redação

Com a leitura dos textos 1 e 2 faça a sua redação, um texto dissertativo, na qual você deve enfocar os males causados por epidemias.

Redação Puc-RS 2010

O texto aborda assuntos relacionados às lembranças, sejam elas particulares, sejam coletivas. 

Leia-a atentamente e escreva seu texto.

Texto 

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     Grande parte de nossas decisões é tomada de
maneira mais ou menos automática. Esse processo
é guiado pelo valor que se dá às diversas experiências
do passado. Se uma pessoa desperta boas emoções
em mim, toda vez que eu a encontrar vou reviver
uma memória que se divide em dois aspectos:
o cognitivo (quem é essa pessoa) e o emocional
(é alguém de quem eu gosto). Não há memória ou
tomada de decisões neutras, sem emoção.
     Na verdade, nada é mais essencial para a identidade
de uma pessoa do que o conjunto de experiências
armazenadas em sua mente. Por isso, o que
mais distingue a memória humana é a capacidade
de ter uma autobiografia. Cada um de nós sabe quando
nascemos, quem são nossos pais, nossos amigos,
quais são nossas preferências, o que já realizamos
na vida… Enfim, qual é nossa história. Um chimpanzé
ou um cão têm isso de forma limitada; sua memória
não possui a mesma riqueza de detalhes e
abrangência. Essa diferença é amplificada pela linguagem,
que codifica memórias não verbais em formas
verbais, expandindo enormemente tudo o que o
ser humano é capaz de memorizar.
     Cada vez que a memória decai, e conforme a idade
isso ocorre em maior ou menor grau, perde-se
um pouco da interação com o mundo. Mas a ciência
vem avançando no conhecimento dos mecanismos da
memória e de como fazer para preservá-la. Pesquisas
recentes permitem vislumbrar o dia em que será realidade
a manipulação da memória humana. (...)
     A neurociência é um campo tão promissor que, nos
Estados Unidos, um quinto do financiamento em pesquisas
médicas do governo federal vai para as tentativas
de compreender os mecanismos do cérebro. E os
estudos sobre a memória têm lugar destacado nesse
esforço científico. Afinal, mantê-la em perfeito funcionamento
tornou-se preocupação central nas sociedades
modernas, na qual dois fenômenos desafiam: a exposição
a uma carga diária excessiva de informações,
que o cérebro precisa processar, selecionar e, se relevantes,
reter para uso futuro; e o aumento da expectativa
de vida, que se traduz em uma população mais
vulnerável a distúrbios associados à perda de memória.
Texto redigido com base em informações
publicadas na revista Veja, 13 de janeiro, 2010.

TEMA

“A neurociência é um campo tão promissor que, nos Estados Unidos, um quinto do financiamento em pesquisas médicas do governo federal vai para as tentativas de compreender os mecanismos do cérebro”, afirma o autor do texto. O conhecimento dos mecanismos do cérebro realmente parece ser da maior importância para o desenvolvimento humano, e o Brasil não fica atrás, realizando pesquisas de ponta. O desenvolvimento científico, entretanto, demanda investimentos financeiros enormes. Em um país como o Brasil, como justificar - àqueles que não têm as mínimas condições de saúde, que superlotam os corredores dos hospitais, que morrem à espera de atendimento - que faltam recursos financeiros para a saúde do povo?

Se você tivesse poder para tanto, que medidas tomaria para atenuar/resolver o problema da saúde no Brasil? Que prioridades elegeria para destinar os recursos financeiros disponíveis para a saúde? Apresenteas, justificando sua escolha.

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