Redação sobre Política

Redação sobre Política

Redação Acafe 2019

Proposta 

“Normalidade democrática é a concorrência efetiva, livre, aberta, legal e ordenada de duas ideologias que pretendem representar os melhores interesses da população: de um lado, a esquerda, que favorece o controle estatal da economia e a interferência ativa do governo em todos os setores da vida social, colocando o ideal igualitário acima de outras considerações de ordem moral, cultural, patriótica ou religiosa; de outro, a direita, que favorece a liberdade de mercado, defende os direitos individuais e os poderes sociais intermediários contra a intervenção do Estado e coloca o patriotismo e os valores religiosos e culturais tradicionais acima de quaisquer projetos de reforma da sociedade.”

Disponível em: < https://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/esquerda-x-direita-entenda-de-uma-vez/>. Acesso em 24-09-2018. [Fragmento adaptado.]

Considerando seus conhecimentos e a definição de ideologia acima explicitada, escreva uma dissertação sobre o modelo de governo de sua preferência.

Redação UEG 2018 

O homem é um animal político, diz Aristóteles em um de seus tratados, com a intenção de acentuar que é na coletividade, na comunidade estruturada por leis de convívio que ele (o homem) garante a sua sobrevivência. Assim, para assegurar um bom funcionamento, as sociedades escolhem entre seus membros pessoas com requisitos específicos para representá-las, sobretudo a honestidade. A esse respeito, leia a coletânea a seguir.

Texto 1

A constante preocupação com a ética na Administração Pública e com o combate à corrupção perpetrou a inserção, na Constituição Federal, do princípio da moralidade administrativa, o qual impõe ao funcionário público o dever de servir à administração com honestidade, procedendo ao exercício de suas funções sem aproveitar pessoalmente os poderes ou facilidades delas decorrentes, ou de outrem a quem queira favorecer. Neste caso, o bom administrador é aquele vinculado às pautas da boa administração, as quais extrapolam o determinável por meio da legislação. Ou seja, para ser um bom administrador não basta cumprir a lei, deve-se adotar condutas eticamente exigíveis pelo bom senso e pelos bons costumes. A boa gestão exige tanto a satisfação do interesse público, como a observância de todo o balizamento jurídico regulador da atividade que tende a efetivá-lo. A improbidade é uma categoria analítica da má gestão pública. Mas é importante destacar que “improbidade” e “má gestão pública” são conceitos próximos, porém distintos, na medida em que nem toda má gestão pública será expressão da improbidade, ainda que o inverso seja verdadeiro. A corrupção não é a única forma de má gestão pública, pois existem outras figuras jurídicas dignas de relevância e funcionalmente muito eficazes, como a desonestidade funcional dos homens públicos. Uma das facetas da má gestão pública é, sem lugar a dúvidas, a desonestidade funcional dos homens públicos. Essa é uma das piores facetas da má gestão pública, pode dizerse. Ao menos, trata-se, seguramente, da faceta mais notória, antiga e evidente da má gestão pública, conectada à degradação moral de agentes do Estado.

PINHO, Maura Dias Ferreira de. Dano moral difuso na improbidade administrativa. Disponível em: <http://www.conteudojuridico.com.br/print.php?content=2.56679>. Acesso em: 15 mar. 2018. (Adaptado).

Texto 2

A honestidade é uma das virtudes mais importantes: na família, no trabalho e na sociedade. Na política, então, assume especial relevância. Um político deve ser capaz de dizer ao que vem (dizer o que pensa) e fazer o que diz: eis o que necessitamos! Pode-se pensar na importância da competência técnica, da inteligência, da inovação e da criatividade. Mas, entre nós, o que mais está em falta é mesmo a honestidade. Todo o resto são benefícios que se podem construir por cima de ações e pensamentos honestos. Quando se tem responsabilidades políticas, públicas ou coletivas, a questão da honestidade impõe-se com maior acuidade, uma vez que a sua presença ou ausência vão ter consequências alargadas sobre um vasto número de pessoas. Não só o que fazemos afeta diretamente muita gente como o nosso exemplo tem peso – a atitude de um governante tem que ser exemplar porque é um modelo de ação. E note-se que a honestidade é transversal: não basta haver coerência entre o que se diz e o que se pratica, o que se diz tem já que ser coerente com a verdade. Bem sei que clamar por honestidade na política é o grau zero desta atividade, mas é o ponto em que estamos, é por aí que precisamos começar. Num país como o nosso, em que a percepção e a realidade da corrupção atingem patamares alarmantes, seria, de fato, um progresso enorme, conseguir que todos os gestores com poder tomassem atitudes honestas. Depois, então, viriam as escolhas ideológicas, ou seja, começaríamos, realmente, com a política.

MOTA, Gabriel Leite. A importância de ser honesto. . Disponível em: <http://p3.publico.pt/actualidade/politica/8824/importancia-de-ser-honesto>. Acesso em: 15 mar. 2018. (Adaptado).

Texto 3

Honestidade, de maneira explícita, é a obediência incondicional às regras morais existentes. Existem alguns procedimentos para alguns tipos de ações, que servem como guia, como referência para as decisões. Exercer a honestidade em caráter amplo é muito difícil, porque existem as convenções sociais que nem sempre espelham a realidade, mas como estão formalizadas e enraizadas são tidas como certas. Para muitos, a pessoa honesta é aquela que não mente, não furta, não rouba, vive uma vida honesta para ter alegria, paz, respeito dos outros e boas amizades. Atualmente, o conceito de honestidade está meio deturpado, uma vez que os indivíduos que agem corretamente são chamados de "caretas", ou são humilhados por outros.

KLOSTER, Luiz Carlos. Honestidade e desonestidade na política. Disponível em: <http://mobile.radionajua.com.br/noticia/noticias/opiniao/honestidade-edesonestidade-na-politica/13501/>. Acesso em: 15 mar. 2018.

Texto 4


Disponível em: <https://vasosdopurus.wordpress.com/2017/01/29/charge-da-semana-3/>. Acesso em: 15 mar. 2018.

Texto 5

É comum nos depararmos com comentários críticos sobre o modo como os administradores públicos administram as instituições e sobre os problemas advindos do mau gerenciamento de quem “tá lá”: aqueles que dão rumo e “carimbam” a qualidade de vida dos habitantes deste país, decidindo sobre a educação, a saúde, a previdência, a cultura, enfim, decidindo sobre nossas vidas. Entretanto, quase não se comenta sobre o porquê das falhas, como surgiram os problemas e principalmente como resolvê-los. Dessa forma, assumimos uma posição de analisador, quando deveríamos assumir a de participante da gestão. Essa realidade nos torna, de certa forma, culpados pelo tortuoso rumo que dão às nossas vidas no que se refere à administração pública. Façamos uma pergunta: se administrar fosse como resolver uma equação, então qual seria o “X” da questão? Diríamos que o “X” da questão é a “escolha”. Geralmente não atentamos para a significância das nossas escolhas, e isso se estende a não atentarmos também para as escolhas feitas pelos governantes de nosso país. Então, se a escolha é tão importante, escolher o quê? A grande escolha, obviamente, seria optar pela coisa certa. Escolher a coisa certa em administração (especialmente a pública), a princípio, significa escolher equipe (a melhor), escolher ética, escolher competência, escolher compromisso, escolher honestidade, escolher legalidade etc. Por conseguinte, escolher planejar, organizar, dirigir e controlar, alcançando a maior eficácia possível, fazendo o melhor uso dos recursos, dos bens e serviços públicos.

O PROBLEMA da administração pública. Disponível em: <http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/o-problema-da-administracao-publica/50786/>. Acesso em: 13 mar. 2018. (Adaptado).

Texto 6

Os moradores de Campo Mourão, no norte do Paraná, comemoraram recentemente uma data histórica. Há 50 anos, o então prefeito da cidade, Milton Luiz Pereira, recebeu um carro de presente. O agrado foi concedido ao político pelos próprios moradores, em reconhecimento pelos bons serviços prestados à frente da administração municipal. O político, em 1963, candidatou-se ao cargo de prefeito e foi eleito. Nos anos em que ficou à frente da prefeitura, mandou abrir estradas, construiu biblioteca, rede de esgoto e deixou as contas do município em dia. A gestão foi considerada inovadora para a época. Porém, antes do fim do mandato, ele renunciou ao cargo, para assumir uma vaga de juiz federal. Foi quando os moradores fizeram uma vaquinha e decidiram presenteá-lo com um Fusca. A escolha não foi à toa. Pereira tinha vendido o carro da família para pagar contas e andava a pé pela cidade.

CIDADE do Paraná comemora data em que ex-prefeito recebeu carro de presente. Disponível em: <https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/cidade-doparana-comemora-data-em-que-ex-prefeito-recebeu-carro-de-presente.ghtm>. Acesso em: 13 mar. 2018. (Adaptado).

Com base na leitura da coletânea, escolha UMA das três propostas de construção textual (dissertação, narração ou carta argumentativa) apresentadas a seguir e discuta a questão-tema abaixo:

Basta ser honesto para ser representante público?

DISSERTAÇÃO

O artigo de opinião é um gênero textual no qual são apresentados argumentos para convencer os leitores a respeito da validade de um ponto de vista sobre determinado assunto.

De posse dessa orientação, amparando-se na leitura dos textos da coletânea e ainda em sua visão de mundo, imagine-se na função de articulista, de uma revista ou de um jornal de circulação nacional, e escreva um artigo de opinião posicionando-se acerca da questão-tema desta prova.

NARRAÇÃO

O gênero crônica, em sentido atual, é uma narrativa que se caracteriza por basear-se em considerações do cronista acerca de fatos correntes e marcantes do cotidiano. Em torno desses fatos, o autor manifesta uma visão subjetiva, pessoal e crítica.

Tendo em vista essa definição de crônica, crie uma narrativa a partir da seguinte situação: você estuda em uma universidade pública e foi eleito como representante de uma entidade estudantil, mas não tem nenhuma experiência como gestor. Acontece que chegou a suas mãos uma verba para ser aplicada na reforma dos espaços destinados aos estudantes na universidade. Como tal recurso é de conhecimento público, um grupo de alunos veio lhe pressionar para que a verba fosse aplicada em uma festa de formatura, na calourada e na produção de um boletim estudantil. Conte quais foram os critérios usados, as atitudes e ações empreendidas por você ao lidar com a verba e com as solicitações do grupo. Não deixe de transmitir suas possíveis reflexões e impressões sobre a situação criada, obviamente, relacionando-a com o tema desta prova. Sua narração, portanto, deverá ser em primeira pessoa.

CARTA ARGUMENTATIVA

A carta de leitor é um gênero textual, comumente argumentativo, que circula em jornais e revistas. Seu objetivo é emitir um parecer de leitor sobre matérias e opiniões diversas publicadas nesses meios de comunicação.

Considerando a definição desse gênero textual, a leitura da coletânea e, ainda, suas experiências pessoais, escreva uma carta de leitor a um jornal ou revista de circulação nacional, emitindo seu ponto de vista − contrário, favorável ou outro que transcenda esses posicionamentos − a respeito da discussão exposta no Texto 3 da coletânea.

OBSERVAÇÃO: Ao concluir sua carta, NÃO a assine; subscreva-a com a expressão UM (A) LEITOR (A).

Redação PUC-RS 2011

A seguir, são apresentados três temas. Examine-os atentamente, escolha um deles e elabore um texto dissertativo com 25 a 30 linhas, no qual você exporá suas ideias a respeito do assunto.
Ao realizar sua tarefa, tenha presentes os seguintes aspectos:

  • Você deverá escrever uma dissertação; portanto, mesmo que seu texto possa conter pequenas passagens narrativas ou descritivas, nele deverão predominar suas opiniões sobre o assunto que escolheu.
  • Evite fórmulas preestabelecidas ao elaborar seu texto. O mais importante é que ele apresente ideias organizadas, apoiadas por argumentos consistentes, e esteja de acordo com a norma culta escrita.
  • Procure ser original. Não utilize em sua dissertação cópias de textos da prova nem de parágrafos que introduzem os temas para a redação.
  • Antes de passar a limpo, à tinta, na folha definitiva, releia seu texto com atenção e faça os reparos que julgar necessários.
  • Não é permitido usar corretor líquido. Se cometer algum engano ao passar a limpo, não se preocupe: risque a expressão equivocada e reescreva, deixando claro o que pretende comunicar.
  • Lembre-se de que não serão considerados:
    • textos que não desenvolverem um dos temas propostos;
    • textos redigidos a lápis ou ilegíveis.

Boa prova!

TEXTO 1
Objetividade no jornalismo: falácia ou ideal?

01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35


      Existe uma linha muito tênue entre o que é
subjetivo e o que é tendencioso.
A subjetividade não pode ser excluída do homem
e muito menos do jornalista. Todos carregamos uma
bagagem cultural diferenciada, o que faz diversa a
nossa visão de realidade. No meio jornalístico, existem
regras que elucidam a maneira correta de se
expressar; entretanto não conseguem uniformizar os
discursos. Os discursos podem ter pontos em comum
(uso de determinadas construções sintáticas, por
exemplo), mas cada um possui um estilo ímpar.
      A tendenciosidade não é estilo de ninguém, é
um artifício subliminar para convencer alguém,
tentativa do jornalista de fazer com que os leitores
compartilhem forçosamente de seu ponto de vista.
Deve ser evitada no jornalismo, uma vez que a função
básica do jornalista é fornecer subsídios para a
construção de uma realidade mais próxima do fato
ocorrido.(...)
      A objetividade é um ideal inatingível para o
jornalista, no entanto o profissional deve insistir em
alcançá-la. Esse paradoxo é garantia de qualidade
dos veículos de comunicação. Nunca existirá um texto
isento de subjetividade, de tons íntimos do autor.
Quando alguém se propõe a redigir (seja um conto,
seja uma cobertura de acidente automobilístico), é
sabido que a intenção é sempre convencer os leitores
de que o ponto de vista presente é o mais apropriado.
      O que se quer com o paradoxo da objetividade é
diminuir cada vez mais a emissão de juízos de valor,
cujo teor pessoal arraigado à cultura do jornalista pode
impedir que os leitores extraiam da notícia o essencial.
Por isso, no jornalismo atual, fontes de categorias
diversas são acionadas para montar um quadro amplo
de notícia.
Disponível em: http://gilmar.jr.vilabol.uol.com.br/objetividade.
Acesso em: setembro 2010 (adaptado)

TEXTO 2

01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
51
52
53
54

      Tão paradoxal quanto o título deste editorial é o
tema por ele abordado: o horário político obrigatório –
ou gratuito, de acordo com a denominação do Tribunal
Regional Eleitoral. Em primeiro lugar, não é gratuito,
a não ser para candidatos, partidos e coligações,
que nada pagam pelo acesso aos meios de comunicação.
A sociedade paga. As empresas de mídia recebem
compensação fiscal pelos espaços que dispensam
à propaganda eleitoral. A polêmica, porém, é
outra: tem sentido impor ao público uma programação
geralmente demagógica e de má qualidade, que
é rejeitada por parcela expressiva de espectadores e
reduz a audiência dos programas de rádio e 
televisão?
No Brasil, onde o voto também é obrigatório, faz
sentido. Pesquisa divulgada pelo Datafolha no mês
passado, após consulta a 10.905 eleitores em 379
municípios do país, mostrou que 65% dos entrevistados
utilizam a TV como mídia preferida para obter informações
sobre partidos e candidatos. Os jornais aparecem
em segundo lugar, com 12% da preferência,
restando para o rádio e a internet o terceiro lugar, com
7%. Apenas 6% dos inquiridos disseram que se preparam
para o voto com informações colhidas em conversas
com amigos e familiares.
Então, é inquestionável o valor da mídia eletrônica
na orientação do eleitorado. Ainda assim, não deixa
de ser uma imposição incômoda para a maioria da
população. Pesquisa encomendada ao Ibope pela Associação
Brasileira de Agências de Propaganda mostra
que o brasileiro não simpatiza com a propaganda
eleitoral compulsória: 76% dos consultados informaram
que “não gostam nada” ou “não gostam muito”.
Apenas 11% assinalaram “gostar” ou “gostar muito”.
Além de impositivo, o horário eleitoral gera outras
deformações, como a formação de alianças partidárias
espúrias com o único propósito de ampliar o
tempo de exposição de candidatos e siglas, com total
prejuízo para os conteúdos programáticos e para
a coerência ideológica. Também o tempo exíguo dispensado
aos candidatos às eleições proporcionais mal
permite que digam o nome, o número e, em certos
casos, alguma gracinha, que só serve para ridicularizar
o debate eleitoral.
Ainda assim, existe pelo menos um fator insuperável
a justificar a manutenção desta programação:
o direito de todos os candidatos ao acesso à mídia.
Se a propaganda fosse paga, ou dependesse apenas
do interesse jornalístico, o poder econômico poderia
prevalecer e os candidatos menos conhecidos talvez
não tivessem oportunidade de se apresentar ao
público. Agora, mesmo com todas as deformações, o
horário eleitoral possibilita este contato entre o
eleitor e os pretendentes a mandatos eletivos.
Jornal Zero Hora, 22/08/2010 (editorial)

TEMA 3

Será verdade que o jovem brasileiro de hoje não se interessa por política?

Segundo conclusões de um estudo do Instituto Akatu e da Indicator Opinião Pública, o jovem brasileiro tem um alto interesse no consumo, mas pouco quer saber de política. Tem muita preocupação com o futuro profissional, usa a televisão como principal meio de informação e tem pouco gosto pela leitura. O lazer e o entretenimento são outra grande preocupação nessa faixa etária (de 18 a 25 anos), que demonstra muito interesse por sair com amigos, dançar, ouvir música e desfrutar a natureza.

Se o tema escolhido for este, reflita sobre o envolvimento – ou não – dos jovens na política nacional e apresente o seu ponto de vista, justificando-o com bons argumentos e dados da realidade.

O Educabras prepara você para o Vestibular e o Enem. Entre na faculdade de sua escolha e siga a carreira de seus sonhos!
Conteúdo e recursos para otimizar seu tempo de estudo e maximizar sua nota no Vestibular e no Enem.

Mais informaçõesimage
image

Agilize e facilite seu trabalho!
- Conteúdo didático para elaborar aulas e usar em classe.
- Banco de dados com milhares de questões por matéria.
- Elabore provas em alguns minutos! Opção de imprimir ou baixar provas e salvá-las em seu cadastro para usá-las no futuro.

Mais informaçõesimage
image

ESTUDO PERSONALIZADO

Programa de Estudo Personalizado com foco nos vestibulares que você prestará:
- Otimize o tempo de estudo: concentre-se nos assuntos relevantes para os vestibulares de sua escolha.
- Opção de incluir o Enem em seu Programa de Estudo Personalizado.
- Conteúdo e Ferramentas: Aulas, resumos, simulados e provas de Vestibulares e do Enem.
* Confira se os vestibulares de sua escolha fazem parte do Programa de Estudo Personalizado

Mais informaçõesimage

Colégios

O Educabras ajuda o colégio a melhorar o desempenho acadêmico dos alunos no Enem e no Vestibular e aumentar o índice de aprovação nas mais conceituadas faculdades do Brasil.
Pacotes de assinaturas: contrate assinaturas a um valor menor para seus professores e alunos.

Mais informaçõesimage