Redação sobre Igualdade de Gênero

Redação sobre Igualdade de Gênero

Gênero

Igualdade de Gênero

Tema 1

Atualmente, tanto no Brasil como em outros países, muitas mães trabalham e muitos pais ficam mais tempo em casa e cuidam e ajudam a educar os filhos. Em sua opinião, essa mudança na sociedade é benéfica? Será que uma mulher é naturalmente mais bem preparada do que um homem para cuidar de seus filhos? Justifique sua resposta.

Tema 2

Mesmo na atualidade, a maioria das altas posições em empresas é ocupada por homens. Vários motivos são dados para explicar esse fenômeno. Contudo, muitas pessoas acreditam que essa realidade se deve à discriminação contra a mulher. Em sua opinião, deveria haver mais leis para garantir que mais mulheres assumissem altas posições em empresas, tanto privadas como públicas? Justifique sua resposta?

Tema 3

Elabore uma redação sobre o seguinte tema: Nos últimos 20 anos, o papel masculino tradicional dentro da sociedade mudou muito.

Tema 4

Em vários países, como no Canadá, não é apenas a mulher que recebe licença maternidade. O homem também recebe licença paternidade. Em sua opinião, deveria haver no Brasil licença paternidade? Justifique sua resposta.

Redação Unicamp 2020

PROPOSTA 

Você é um(a) escritor(a) que publica uma crônica em uma revista semanal. Sempre se viu como uma pessoa livre de preconceitos e sempre apoiou a igualdade de gêneros. Hoje, porém, ao ler uma matéria no El País, você se deu conta de que, certa vez, vivenciou um episódio em que considerou normal uma das atitudes listadas nessa matéria, as quais, segundo lanko López, revelam o micromachismo enraizado em nossa sociedade.

Diante da sua tomada de consciência, você decidiu que esse será o tema da sua crônica desta semana. Identificou, então, entre as atitudes listadas (excerto 1) a que corresponde à situação que você vivenciou. Em sua crônica, você deve, tal como fez Chimamanda Ngozi Adichie (excerto 2): a) narrar o episódio vivenciado por você, b) relacioná-lo à atitude micromachista escolhida e c) expor suas reflexões sobre os sentimentos que o reconhecimento dessa atitude despertou em você.

Crônica é um gênero textual que aborda temas do cotidiano. Normalmente é veiculada em jornais e revistas. O cronista trata de situações corriqueiras sob uma ótica particular.
Para redigir o seu texto, leve em conta os excertos apresentados a seguir.

1) As atitudes machistas mais flagrantes são claras para nós. Aquelas que, de forma manifesta e constante, colocam a mulher em uma posição inferior ao homem em contextos sociais, econômicos, jurídicos e familiares. Aquelas que consideram que o homem e a mulher nascem com objetivos e ambições diferentes na vida. No entanto, apesar das reivindicações históricas dos anos 1970 e da crescente conscientização em relação ao machismo em todos os âmbitos culturais e políticos nos últimos anos, há pequenos resquícios que continuam interiorizados em muitos de nós. São sequelas da nossa educação e dos produtos culturais que nos formaram como pessoas e que fazem com que, apesar de criticarmos e denunciarmos o machismo, ainda possamos cair em algumas de suas armadilhas sem perceber. O micromachismo, como vem sendo chamado nos últimos cinco anos, se manifesta em formas de discriminação muito sutis que acontecem todos os dias, até mesmo nos ambientes mais progressistas. Segue uma lista baseada em exemplos que demonstram que talvez tenhamos entendido o grosso das reivindicações feministas, mas ainda precisamos ler as letras miúdas.

1. Achei necessário explicar algo a uma mulher sem que ela me pedisse, pelo simples fato de ser mulher.
2. Comentei com um amigo que ficou cuidando dos filhos: "Hoje te deixaram de babá."
3. Perguntei a uma mulher se ela estava "naqueles dias" quando me respondeu com indiferença ou desprezo.
4. Disse que "ajudo" nas tarefas do lar, subentendendo que esse é um trabalho da mulher em que eu estou ajudando, e não participando em condições de igualdade.
5. Em meu trabalho ou entre amigos, só chamo os homens para jogar futebol, pressupondo que as mulheres não querem jogar.
6. Perguntei a uma mulher quando vai ter filhos, mas nunca perguntei o mesmo a um homem.
7. Pago todos os meus jantares com mulheres acreditando que é o que se espera de mim.
8. Descrevi uma mulher como "pouco feminina".
9. Usei a palavra "provocante" para descrever a roupa de uma mulher.
10. Comentei que "essas não são formas para uma moça falar."
11. Na televisão, aprecio homens ácidos e divertidos e mulheres bonitas.
12. Fiz o comentário "Ela é uma mulher forte", subentendendo que as mulheres, em geral, são fracas.
13. Deixo meu filho adolescente ficar na rua até as 3 da madrugada, mas obrigo minha filha a voltar antes da meia-noite.

(Adaptado de lanko López, Micromachismos: se é homem e faz alguma destas coisas, deve repensar seu comportamento. Disponível em El País. https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/07/politica/ 1520426823_220468.html. Acessado em 28/06/2019.)

2) Quando eu estava no primário, em Nsukka, uma cidade universitária no sudeste da Nigéria, no começo do ano letivo, a professora anunciou que iria dar uma prova e quem tirasse a nota mais alta seria o monitor da classe. Ser monitor era muito importante. Ele podia anotar, diariamente, o nome dos colegas baderneiros, o que por si só já era ter um poder enorme; além disso, ele podia circular pela sala empunhando uma vara, patrulhando a turma do fundão. É claro que o monitor não podia usar a vara. Mas era uma ideia empolgante para uma criança de nove anos, como eu. Eu queria muito ser a monitora da minha classe. E tirei a nota mais alta. Mas, para minha surpresa, a professora disse que o monitor seria um menino. Ela havia se esquecido de esclarecer esse ponto, achou que fosse óbvio. Um garoto tirou a segunda nota mais alta. Ele seria o monitor. O mais interessante é que o menino era uma alma bondosa e doce, que não tinha o menor interesse em vigiar a classe com uma vara. Mas eu era menina e ele, menino, e ele foi escolhido. Nunca me esqueci desse episódio. Se repetimos uma coisa várias vezes, ela se torna normal. Se vemos uma coisa com frequência, ela se torna normal. Se só os meninos são escolhidos como monitores da classe, então em algum momento nós todos vamos achar, mesmo que inconscientemente, que só um menino pode ser o monitor da classe. Se só os homens ocupam cargos de chefia nas empresas, começamos a achar "normal" que esses cargos de chefia só sejam ocupados por homens. Eu tendo a cometer o erro de achar que uma coisa óbvia para mim também é óbvia para todo mundo. Um dia estava conversando com meu querido amigo Louis, que é um homem brilhante e progressista, e ele me disse: "Não entendo quando você diz que as coisas são diferentes e mais difíceis para as mulheres. Talvez fosse verdade no passado, mas não é mais. Hoje as mulheres têm tudo o que querem." Oi? Como o Louis não enxergava o que para mim era tão óbvio? 

(Adaptado de Chimamanda Ngozi Adichie. Sejamos todos feministas. Tradução de Christina Baum. São Paulo: Companhia da Letras, 2015, p. 15-17.)

Você deverá escolher apenas UMA das propostas para desenvolver. Não se esqueça de marcar a proposta escolhida na folha de resposta reservada para a Redação.

Comentário UNICAMP

A expectativa nesta proposta de redação é a de que os candidatos: 1) compreendam o conceito de micromachismo; 2) coloquem-se no papel de um cronista que, embora se considere livre de preconceitos de gênero, se dá conta de seu micromachismo; 3) escrevam uma crônica na qual, obrigatoriamente, narram um episódio vivenciado pelo cronista, relacionando esse episódio à atitude micromachista escolhida e expondo seus sentimentos.

Espera-se que os candidatos, tendo em mente a questão norteadora da proposta (o micromachismo enraizado em nossa sociedade), deixem claro que o cronista toma consciência do micromachismo a partir do momento em que lê a matéria de lanko López no El País, e se dá conta de que considerava natural uma atitude micromachista. Espera-se que, no desenrolar da sua crônica, os candidatos não confundam atitudes machistas e micromachistas, ou seja, que indiquem ter entendido que são conceitos distintos, o que deve ser compreendido tanto pela explicação sobre "atitudes micromachistas" (excerto 1) quanto pela narrativa de Chimamanda Ngozi Adichie (excerto 2), que explica o processo de "normalização de atitudes".

A matéria do El País (excerto 1) explica a diferença entre o machismo institucionalizado ou macromachismo, presente em contextos sociais, econômicos, jurídicos e familiares, causa das reivindicações feministas desde os anos 1970, e o micromachismo, resquícios de um machismo culturalmente enraizado: um machismo sutil, interiorizado em nós, e que às vezes escapa e se revela por meio de pensamentos e atos do cotidiano - uma armadilha mesmo para aqueles que se consideram progressistas, livres de preconceito e a favor da igualdade de gêneros. A narrativa de Chimamanda (excerto 2), por sua vez, não apenas exemplifica o gênero crônica como também descreve um exemplo clássico de micromachismo praticado no ambiente escolar: só os meninos são aprovados para ser monitores da classe. Da instituição escolar para o mundo do trabalho, o micromachismo se repete ciclicamente até ser normalizado e, consequentemente, normatizado -critica a autora africana. E há ainda quem negue (como Louis, seu amigo de infância) que o mundo é mais difícil para as mulheres só porque são mulheres.

Em relação ao gênero solicitado, os candidatos devem elaborar uma crônica. Além de considerar como exemplos crônicas que circulam em diferentes suportes (livros, jornais, revistas, redes sociais), poderiam também se apoiar na descrição resumida do gênero apresentada em um boxe na prova e, sobretudo, seguir "passo a passo" as tarefas da proposta: a) narrar o episódio micromachista vivenciado, b) relacioná-lo a alguma atitude micromachista selecionada da lista do El País, para, enfim, c) expor reflexões e sentimentos despertados a partir do reconhecimento de que tal atitude vivenciada, e inconscientemente naturalizada como normal, era, na verdade, micromachista.

Os candidatos deveriam então recorrer aos tipos de texto narrativo e expositivo para construir sua crônica, de forma a caracterizar, de maneira produtiva, a personagem-cronista, ou outras personagens envolvidas, se esta for uma opção do seu projeto de texto. Para tecer suas reflexões e expor seus sentimentos, o narrador-cronista pode também recorrer ao tipo de texto argumentativo para, por exemplo, fundamentar a importância da sua tomada de consciência sobre o micromachismo. A expectativa é a de que os melhores textos sejam aqueles cuja situação de produção da proposta possa ser explorada tanto para a caracterização da personagem-cronista quanto para a construção do tempo da narrativa, de tal forma que as ações e os sentimentos vivenciados sejam construídos em função da tomada de consciência, constituída como o momento de ruptura ou mesmo como o clímax do episódio narrado.

Note-se que os candidatos deveriam selecionar, dentre as 13 opções da matéria do El País (excerto 1), a que considerassem mais interessante para suscitar reflexões e, a partir disso, construir sua crônica. Cabe ressaltar que eles não têm a obrigação de propor mudanças de atitudes para o futuro; podem, por exemplo, apenas reanalisar alguma situação já vivida sob uma nova perspectiva e repensá-la, sem que isso acarrete um replanejamento de ações futuras ou uma mudança de atitude.

Fonte: Unicamp

Redação Puc-PR 2017

Para atender à proposta, seu texto deverá apresentar
- ponto de vista bem definido;
- argumentos que sustentem seu ponto de vista.

TEXTO 1


FONTE: http:\wwwestadodedireito.com.br. Acesso em 19/07/2016.

TEXTO 2

 

A USP é uma das dez universidades mundiais escolhidas para fazer parte do movimento solidário ElesPorElas (HeForShe), da ONU Mulheres – instituição criada pelas Nações Unidas para o desenvolvimento de projetos na área de igualdade de gêneros e empoderamento feminino. O projeto faz parte do programa Impacto 10x10x10, lançado no Fórum Econômico Mundial, em Davos, em janeiro de 2015, reunindo líderes mundiais, dos setores público e privado e da academia. Os critérios de seleção das universidades são baseados em sua reputação ética, excelência no serviço público, relevância e alcance global e a boa vontade em usar sua influência para comandar e inspirar mudanças no ensino superior – além da USP, participam Georgetown University, University of Hong Kong, University of Leicester, Nagoya University, Oxford University, Sciences Po, Stony Brook University (The State University of New York), University of Waterloo e University of the Witwatersrand.

A parceria com a USP, a única universidade latino-americana, surgiu em junho do ano passado, gerando a criação do Programa USP Mulheres, que agora conta com um escritório dentro do campus da Cidade Universitária, em São Paulo. Segundo Eva Blay, em artigo publicado no Jornal da USP, o Escritório USP Mulher, vai se esforçar para implantar programas que balizem valores igualitários e os decorrentes comportamentos. “As portas do Escritório estarão abertas para construir uma nova ética de solidariedade, igualdade e paz.”

(LEPINSKI/ Paula. A criação do escritório USP mulheres. São Paulo: Jornal da USP. Disponível em: www.5.usp.br. Acesso em 19/07/2016).

TEXTO 3
A Evolução dos Direitos das Mulheres

A luta por igualdade de gênero passa por uma evolução lenta, mas gradual. A mulher, durante toda a história, foi tratada de forma preconceituosa, no entanto, é notório o caráter evolutivo da temática em nosso constitucionalismo. Para que as palavras se concretizem, é imprescindível conhecermos a trajetória traçada ao longo do tempo.

Na Constituição de 1824, sequer se cogitava a participação da mulher na sociedade, a única referência era especificamente da família real. Na Constituição da República (1889), somente era citada quando se referia à filiação ilegítima, mostrando a (des) importância da figura feminina, que só interessava quando repercutia na esfera patrimonial. No início do Século XIX mulheres começaram a se organizar para exigir espaço na área da educação e do trabalho. Em 1898, Myrtes de Campos se torna a primeira advogada do país. Enquanto isso, muitas mulheres trabalhavam em condições desumanas, o que reforçou mobilização por condições dignas de trabalho e de segurança. Em 1880, a dentista Isabel Dillon evocou na Justiça a aplicação da Lei Saraiva, que garantia ao detentor de títulos o direito de votar. Em 1894, foi promulgado em Santos (SP) o direito ao voto, mas a norma foi derrubada no ano seguinte, e só em 1905 três mulheres votaram em Minas Gerais. Em 1917, as mulheres passam a ser admitidas nos serviço público. A primeira prefeita foi eleita em 1928 em Lages (RN). O voto feminino se torna direito nacional em 1932. Eleita em 33, Carlota de Queiroz é a primeira deputada federal e participa da Assembleia Nacional Constituinte. Após mais de cem anos de constitucionalismo homem e mulher são colocados em pé de igualdade na definição de cidadania no texto constitucional de 1934. A mulher passa a ter direitos políticos, o “desquite” é legalizado. Embora fosse uma grande conquista no papel, não o era ainda na sociedade. Apesar dos avanços, era preciso uma igualdade constitucional para atender as nossas necessidades específicas. Assim, conquista - se o primeiro tratamento diferencial, a licença-maternidade. O texto foi um marco fundamental na luta pela igualdade de gênero, pena que o tempo desta Constituição foi pequeno. Em 1946 o casamento voltou a ser indissolúvel, o que significou um retrocesso.

A Constituição de 1967 estabeleceu uma nova desequiparação, diminuindo o tempo de serviço para a aposentadoria feminina. Nos anos 60, surge a pílula anticoncepcional, um marco e uma libertação para as mulheres. Grupos feministas que pregavam um tratamento masculinizado às mulheres surgem na década de 70 protestando por direitos e pendurando sutiãs. Enfim, promulga-se a “Constituição Cidadã”. A Carta Magna de 1988 menciona a igualdade perante a lei e reafirma a igualdade de direitos e obrigações de homens e mulheres. Licenças maternidade e paternidade, proibição de diferenças salariais, proteção no trabalho, estabilidade à gestante, desequiparação na aposentadoria são constitucionalizados como garantias fundamentais. Na família, união estável, isonomia conjugal, divórcio, princípio da paternidade responsável e proteções no ambiente familiar de toda e qualquer forma de violência. Nota-se que a “História das mulheres” não é apenas delas é a história da família, da criança, e está diretamente ligada à história dos homens e das relações de poder estabelecidas ao longo dos tempos.

Não podemos negar os avanços. Somos cidadãs no sentido pleno da palavra, pelo menos na teoria. Na prática, ainda enfrentamos jornada dupla de trabalho, discriminação e violência. Somos preteridas na política geral e de classe, embora constituindo a maioria do eleitorado. Somos menos remuneradas, apesar de sermos mais escolarizadas. Somos preteridas nos esportes, mesmo sendo maioria nas participações esportivas internacionais. Embora ainda estejamos num mundo masculinizado, podemos e queremos “ser mulher”, não melhores do que ninguém, mas simplesmente mulher. Para isso, precisamos de uma discussão honesta sobre as barreiras reais e falhas que ainda existem no sistema, apesar das oportunidades que herdamos.

[(MARINELA, Fernanda. 1 A evolução dos direitos das mulheres. Disponível em: www.estadodedireito.com.br. 48ª ed. Acesso em: 19/07/2016)].

Da leitura dos textos motivadores e de seu conhecimento sobre o assunto, escreva em norma padrão da língua portuguesa, um texto dissertativo-argumentativo contendo entre 20 e 25 linhas, com seu ponto de vista sobre a seguinte questão:

Igualdade de gênero: empoderamento social e econômico da trajetória feminina.

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