Redação sobre Idosos

Redação sobre Idosos

Redação Acafe 2020

Proposta 1

Considerando seus conhecimentos e os textos 1 e 2, escreva um texto dissertativo-argumentativo sobre: O segredo de uma vida longeva

TEXTO 1

Os brasileiros estão vivendo 30 anos a mais do que viviam em 1940. Naquele ano, a expectativa de vida era de 45,5 anos. Para os nascidos em 2016, a estimativa de vida deu um salto para 75,8 anos segundo dados do IBGE. Porém, mais desejável que conquistar anos de vida é ter uma longevidade saudável, evitando que o passar dos anos venha acompanhado de doenças, perda de autonomia e qualidade de vida.

Disponível em:https://www.aguasantarita.com.br/blog/longevidade-saudavel-9-dicas-simples-para-alcancar/ Acesso em outubro de 2019. Adaptado.

TEXTO 2


Disponível em: https://pixabay.com/pt/photos/idosos-idoso-antigos-homem-pessoa-3688950/ Acesso em outubro de 2019

Redação Puc-Goiás 2016-1

COLETÂNEA

TEXTO 1

Século 21 em ação: longevidade é desafio para a Medicina e a sociedade

Gabriella Azevedo

Hoje, o Brasil comporta 14,9 milhões de pessoas acima de 65 anos, o que representa 7,4% do total. De acordo com pesquisa do IBGE, em 12 anos, o Brasil será o sexto país com maior número de idosos em todo o mundo, e no de 2060 serão 58,4 milhões de idosos, o equivalente a 26,7% de toda a população. Além do aumento da expectativa de vida, que passará dos atuais 75 anos para 81, o contingente populacional atingirá seu ápice em 2042. Tudo isso contribuirá para o aumento do número de pessoas idosas no País.

Sobre os “centenários”, projeções apontam que, em todo o mundo, o número de pessoas com 100 anos de idade ou mais passará de 145 mil em 1999 para 2,2 milhões em 2050, aumentando 15 vezes até 2050. No Brasil, os centenários já são cerca de 30 mil pessoas, ainda de acordo com o IBGE. para a Medicina, esse novo perfil populacional em escala mundial representa novos desafios e, ainda, a necessidade de uma nova abordagem da formação de profissionais da área da saúde.

Para o médico geriatra Salo Buksman, diretor da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), as pessoas que já têm genética predisposta a viver décadas a mais que o restante da população foram beneficiadas com o avanço da Medicina, que garantiu o tratamento de doenças que, há algumas décadas, eram incuráveis, como cânceres e infecções. Uma maior facilidade de cura dessas doenças permitiu que esses “centenários” pudessem desfrutar da boa genética e viver ainda mais.

[...]

O médico ainda explica que a melhoria da qualidade de vida também é um dos fatores que contribuem para que a população como um todo viva mais, inclusive aqueles que podem chegar aos 100 anos ou mais. “O desenvolvimento da Medicina trouxe soluções para a morte dessas pessoas. paralelamente, a sobrevida melhorou, à medida que as condições sanitárias melhoram, o acesso à saúde básica melhora, a obtenção de medicamentos melhora, a alimentação melhora. Dessa forma, a sobrevida também melhora como um todo”. E acrescenta: “Esses ‘supercentenários’ são pessoas com genética privilegiada, e isso ainda não é realidade para todos os seres humanos, ainda que, teoricamente, vários seres humanos possam conseguir isso. Talvez num futuro não tão longínquo seja natural essa sobrevida”, aposta Buksman.

Apesar disso, Buksman ainda aponta para alguns problemas na abordagem da Medicina em relação aos mais velhos. Segundo ele, os experimentos para a descoberta de novos medicamentos e novas práticas cirúrgicas são realizados com pessoas jovens, na maioria das vezes, e não levam em consideração o organismo de pessoas mais velhas, ignorando os problemas específicos da idade avançada. Buksman aponta isso como um “furo” na medicina contemporânea.

[...]

A pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Edinilsa Ramos, graduada em psicologia e doutora em saúde pública, concorda com o geriatra e explica que essa nova realidade, que inclui a presença de pessoas extremamente idosas em um número cada vez maior, pede por uma adaptação dos cursos de Medicina e dos serviços de saúde. Para ela, é preciso que as mudanças sejam percebidas e que o sistema se ajuste, integrando, inclusive, a família dos “centenários”.

“Hoje, no Brasil, temos um sistema de saúde que, na própria formação médica, é voltado para os problemas das pessoas mais jovens e, atualmente, a gente tem essa parcela de pessoas mais velhas crescendo. As faculdades de Medicina, os serviços de saúde têm de se adaptar a essa nova realidade. Ao invés de focar apenas nas doenças infantis, como as infecciosas, é preciso pensar nas doenças das pessoas mais velhas, que sofrem de problemas crônicos e degenerativos, que ainda são muito mais complexos. E isso tudo requer um aprendizado desde a formação, de toda a área médica, inclusive da família, que é o principal cuidador e não sabe lidar com esses problemas”, aponta Edinilsa.

Já as mudanças de relação entre o idoso e o restante da sociedade já podem ser claramente observadas, tanto da forma como o idoso enxerga a si mesmo, quanto da maneira que a sociedade o encara atualmente, na comparação com algumas décadas atrás, segundo a pesquisadora. “O idoso de hoje não é mais o idoso de 50 anos atrás. A pessoa hoje com 60 anos é considerada idosa, mas está em plena atividade, dá conta da sua vida, está trabalhando, ajuda a família financeiramente e garante, muitas vezes, o sustento familiar. É mais ativa, participa mais da sociedade. Não é mais o vovô que fica na cadeira de balanço ou a vovó que faz tricô e crochê, mas é a vovozinha que vai à academia, que faz exercício na praça, que gosta de teatro, de sair. É um outro idoso, e a sociedade está mudando o modo como ela percebe esse idoso, embora exista ainda muito preconceito”, aponta.

A psicóloga Márcia Rochido, que trabalha com idosos desde 1998, acredita que a mudança está também na forma como o próprio idoso passou a se enxergar e se colocar perante o restante da sociedade. Além de serem mais ativas e reivindicativas, as pessoas de idade mais avançada não enxergam mais a chegada da velhice como um fator limitante, que precede a morte. Hoje, os idosos ainda acreditam que têm muita vida pela frente e, por isso, buscam novos vínculos sociais, culturais e afetivos, principalmente após a morte de amigos e familiares.

[...]

(AZEVEDO, Gabriella. Século 21 em ação: longevidade é desafio para a medicina e a sociedade. JBOnline. 4 jan. 2014. Disponível em: www.jb.com.br/. Acesso em: 23 jul. 2015. Adaptado.)

TEXTO 2

(Re)significando a solidariedade na velhice: para além de laços consanguíneos

Raimunda Silva d’Alencar

Nos últimos trinta anos, é visível a mudança na esperança e expectativa de vida do brasileiro, a partir da presença substancial de pessoas idosas não só nos espaços privados mas também nos espaços públicos. Apesar do acelerado crescimento dessa população e independentemente das diferenças no padrão de vida em diferentes regiões (os velhos ampliam-se numericamente e vivem cada vez mais em todos os estados da Federação), não é difícil perceber que ainda se constrói uma imagem negativa da velhice, associando-a à degeneração celular, considerada, na concepção ainda dominante, um processo irremediável e irreversível, uma real tragédia.

Além disso, as diferenças significativas das estruturas sociais, em que recursos econômicos e socioculturais são desigualmente distribuídos, colocam os indivíduos em posições também diferenciadas na velhice. Essa diferença de posição repercute diretamente nas relações familiares e na qualidade de vida, individual e coletiva, inclusive definindo epidemiologias ‘típicas’ da faixa etária e antecipando, para todas as estruturas, os requerimentos atuais e futuros para aplicação de recursos públicos (moradia, educação, saneamento, qualidade do alimento, qualidade dos recursos da saúde), dentre outros.

Uma imagem negativa da velhice, socialmente aceita, acaba por determinar a autopercepção dos próprios idosos, ainda que a defesa de sua independência e autonomia seja cada vez maior nos debates, discursos e documentos, tanto oficiais quanto oficiosos. porém, a pessoa idosa de hoje, com uma formação construída dentro de uma racionalidade piramidal e estável, depara-se com uma realidade organizada a partir de parâmetros de liquidez, em que tudo tem duração provisória, tênue, rápida, veloz, inclusive os afetos.

O que fazer, e como viver, quando a organização da sociedade se dá com base na provisoriedade, na superficialidade, na convivência de verdades em que tudo é e não é? [...]

O momento atual exige reflexão, de modo mais firme e confiável a respeito dos impactos do envelhecimento sobre as sociedades e sobre as pessoas, considerando que ainda é grande a desinformação sobre as particularidades do envelhecimento populacional. Trata-se de fenômeno que tem operado mudanças significativas sobre as estruturas sociais e sobre as populações, tanto do campo quanto da cidade, na vida dos indivíduos e no seio das famílias, em especial pelo caráter de maior longevidade com que se tem caracterizado. Além de rápidas, muitas dessas mudanças não são planejadas ou mesmo esperadas, constituindo-se, assim, provocadoras de desestabilização dessas estruturas.

Considerada um problema social, a velhice é um exemplo da forma como certas perspectivas podem contribuir para deformar a concepção que se tem a respeito dela. [...].

[...]

Associada às incapacidades, sejam elas físicas, psíquicas ou materiais, a velhice vincula-se, então, a dependência, peso, inutilidade, quanto mais avançada seja a idade. Apesar das reconhecidas mudanças nas concepções de velhice, é inquestionável que ela ainda é concebida com forte ênfase biológica e financeira, até mesmo pelos grandes avanços que sinalizam a manipulação e as tecnologias genéticas para controle do envelhecimento.

[...].

(ALENCAR, Raimunda Silva d’. (Re)significando a solidariedade na velhice: para além de laços consanguíneos. Acta Scientiarum. Human and Social Sciences. Maringá, v. 34, n. 1, p. 9-17, jan.-jun. 2012. Disponível em: http://periodicos.uem.br/ojs/index. php/ActaSciHumanSocSci/article/view/16182/pdf. Adaptado. Acesso em: 23 jul. 2015.)

TEXTO 3

Política nacional do Idoso

SEÇÃO II
Das Diretrizes
Artigo 4o

Constituem diretrizes da política nacional do idoso:

I - viabilização de formas alternativas de participação, ocupação e convívio do idoso, que proporcionem sua integração às demais gerações;

II - participação do idoso, através de suas organizações representativas, na formulação, implementação e avaliação das políticas, planos, programas e projetos a serem desenvolvidos;

III - priorização do atendimento ao idoso através de suas próprias famílias, em detrimento do atendimento asilar, à exceção dos idosos que não possuam condições que garantam sua própria sobrevivência;

IV - descentralização político-administrativa;

V - capacitação e reciclagem dos recursos humanos nas áreas de geriatria e gerontologia e na prestação de serviços;

VI - implementação de sistema de informações que permita a divulgação da política, dos serviços oferecidos, dos planos, programas e projetos em cada nível de governo;

VII - estabelecimento de mecanismos que favoreçam a divulgação de informações de caráter educativo sobre os aspectos biopsicossociais do envelhecimento;

VIII - priorização do atendimento ao idoso em órgãos públicos e privados prestadores de serviços, quando desabrigados e sem família;

IX - apoio a estudos e pesquisas sobre as questões relativas ao envelhecimento.

Parágrafo Único

É vedada a permanência de portadores de doenças que necessitem de assistência médica ou de enfermagem permanente em instituições asilares de caráter social.

(BRASIL, Lei n. 8.842, de 4 de janeiro de 1994. Política nacional do idoso. Disponível em: http://www. mds.gov.br/assistenciasocial/secretaria-nacional-deassistencia-social-snas/cadernos/politica-nacionaldo-idoso/Politica Nacional do Idoso. Acesso em: 23 jul. 2015.)

TEXTO 4

Envelhecer
Arnaldo Antunes / Ortinho / Marcelo Jeneci

a coisa mais moderna que existe nessa vida é envelhecer
a barba vai descendo e os cabelos vão caindo pra cabeça
aparecer
os filhos vão crescendo e o tempo vai dizendo que agora
é pra valer
os outros vão morrendo e a gente aprendendo a esquecer

não quero morrer pois quero ver como será que deve ser
envelhecer
eu quero é viver pra ver qual é e dizer venha pra o que
vai acontecer

eu quero que o tapete voe
no meio da sala de estar
eu quero que a panela de pressão pressione
e que a pia comece a pingar

eu quero que a sirene soe
e me faça levantar do sofá
eu quero pôr Rita Pavone
no ringtone do meu celular

eu quero estar no meio do ciclone
pra poder aproveitar
e quando eu esquecer meu próprio nome
que me chamem de velho gagá

pois ser eternamente adolescente nada é mais demodé
com os ralos fios de cabelo sobre a testa que não pára de
crescer

não sei por que essa gente vira a cara pro presente e
esquece de aprender
que felizmente ou infelizmente sempre o tempo vai
correr

não quero morrer pois quero ver como será que deve ser
envelhecer
eu quero é viver pra ver qual é e dizer venha pra o que
vai acontecer

eu quero que o tapete voe…

(ANTUNES, Arnaldo. Envelhecer. Ao vivo lá em casa. 2011. Disponível em: http://www.arnaldoantunes.com.br/new/sec_discografia_sel.php?id=679. Adaptado. Acesso em: 23 jul. 2015.)

TEXTO 5

Velhice
Mario Quintana

Chega a velhice um dia... E a gente ainda pensa
Que vive... E adora ainda mais a vida!
Como o enfermo que em vez de dar combate à doença
Busca torná-la ainda mais comprida...

(QUINTANA, Mario. Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2006. p. 226.) 

TEXTO 6

PROPOSTA 1 – ARTIGO DE OPINIÃO

Artigo de opinião é um gênero do discurso argumentativo em que o autor expressa a sua opinião sobre determinado tema, deixando bem marcada uma argumentação que sustente a defesa do ponto de vista apresentado. Imagine que você é articulista de um jornal de circulação nacional que está discutindo os desafios da longevidade no Brasil do século XXI. Escreva, então, um artigo de opinião sobre o tema: Longevidade no Brasil: qual o lugar reservado aos idosos no século XXI? em que apresente o seu ponto de vista. Você deverá usar argumentos convincentes e persuasivos.

PROPOSTA 2 – CARTA ARGUMENTATIVA

A carta argumentativa é um gênero textual que permite ao cidadão se manifestar em relação aos problemas sociais. possui como característica fundamental a persuasão, dada a intenção de o emissor convencer o interlocutor (normalmente uma pessoa responsável ou uma autoridade) a tomar uma atitude a fim de solucionar um determinado problema.

Coloque-se no lugar de um sociólogo brasileiro, estudioso do assunto longevidade e preocupado com os desafios que ela apresenta para a sociedade e para a saúde pública. Você resolve, então, escrever uma carta argumentativa endereçada aos congressistas brasileiros da Câmara e do Senado sobre o tema Longevidade no Brasil: qual o lugar reservado aos idosos no século XXI? Como redator do texto, posicione-se sobre o assunto e escreva uma carta argumentativa apresentando o seu ponto de vista. Considere as marcas de interlocução peculiares ao gênero carta na construção do seu texto e apresente argumentos convincentes. Utilize a coletânea e seus conhecimentos prévios sobre o tema.

PROPOSTA 3 – DIÁRIO PESSOAL

Diário pessoal é um gênero do discurso autobiográfico. Tem um caráter subjetivo e, às vezes, confessional. Materializa-se em um texto que registra impressões, sentimentos, experiências, sensações relativas à vivência cotidiana do sujeito que se expressa. É escrito em primeira pessoa.

Imagine que você seja um idoso com mais de 80 anos de idade que, após passar por uma série de exames médicos, descobre-se em perfeito estado de saúde e com uma expectativa de vida ainda bastante significativa pela frente. Apreensivo, mas estimulado com as possibilidades que virão pela frente, você escreve uma página de seu diário pessoal, relatando as suas impressões sobre o tema Longevidade no Brasil: qual o lugar reservado aos idosos no século XXI? Assuma, então, a voz desse idoso e escreva essa página de diário. Considere a coletânea apresentada e contextualize a linguagem à situação discursiva do seu texto. Use a primeira pessoa, mas não coloque o seu nome.

Redação UPF 2012

Tema 

A população brasileira vive, hoje, em média, 68,6 anos, 2,5 anos a mais do que no início da década de 90. Estima-se que em 2020 a população com mais de 60 anos no País deva chegar a 30 milhões de pessoas (13% do total), e a esperança de vida, a 70,3 anos. 

A importância dos idosos para o País não se resume à sua crescente participação no total da população. Boa parte deles hoje são chefes de famílias nas quais a renda média é superior, inclusive, à renda daquelas chefiadas por adultos não-idosos. Segundo o Censo 2000, 54,5% dos idosos chefes de família vivem com os seus filhos e os sustentam.

Texto adaptado de http://bancodeprofissionais.com/guiaidoso/18.htm 

Produza um texto dissertativo-argumentativo sobre o novo perfil dos idosos brasileiros e os reflexos dessa mudança no âmbito social e/ou familiar. 

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