Redação sobre Ética

Redação sobre Ética

Ética e Sabedoria

Tema 1

“Às vezes é necessário ser desleal”.
Você concorda com tal afirmação? Justifique sua resposta.

Tema 2

“Às vezes é necessário mentir”.
Você concorda com tal afirmação? Justifique sua resposta.

Tema 3

“Às vezes é necessário enganar alguém”.
Você concorda com tal afirmação? Justifique sua resposta.

Tema 4

“Às vezes é necessário fingir. De certa forma, todo ser humano é um ator”.
Você concorda com tal afirmação? Justifique sua resposta.

Tema 5

“Nunca se deve mentir”.
Você concorda com tal afirmação? Justifique sua resposta.

Tema 6

“Às vezes é necessário ser grosseiro”.
Você concorda com tal afirmação? Justifique sua resposta.

Tema 7

“É sábio seguir a opinião da maioria das pessoas”.
Você concorda com tal afirmação? Justifique sua resposta.

Tema 8

“Não se pode julgar um livro pela capa”.
Você concorda com tal afirmação. Justifique sua resposta.

Redação UEG 2017

É tendência comum achar que o correto é aquilo que está previsto em lei. A partir disso, as pessoas costumam associar o que é legal ao que é moral. A esse respeito, leia a coletânea a seguir.

Texto 1

Ao introduzir a ética em sua obra filosófica, Kant fez surgir uma nova versão da antiga Regra de Ouro, aquela regra ditada pelos grandes mestres da humanidade: "Faça para os outros o que você gostaria que fizessem a você”. Kant ampliou a regra para algo assim: "Faça para os outros o que gostaria que todos fizessem para todos." Com isso, Kant queria evitar o problema das diferentes ideias que cada pessoa tem sobre o que gostaria que se fizesse a elas. Queria enfrentar o "relativismo moral", essa moralidade circunstancial tão generalizada hoje em dia: a noção de que o que é certo depende da situação ou do contexto. Ele não concordava com a doutrina do utilitarismo, ou seja, a de que "os fins justificam os meios". Como podemos nortear nossas ações com base nos resultados, se até mesmo os planos mais bem traçados podem ser desvirtuados? O resultado do que fazemos, muitas vezes, não é absolutamente o que pretendíamos, portanto é um desvirtuamento moral basear nossos julgamentos nos resultados. Então, como agir com segurança? Segundo Kant, se quisermos ser objetivos, temos que agir, não segundo os fins, mas segundo princípios universais. Princípios universais e não regras circunstanciais.

O IMPERATIVO categórico. Disponível em: <http://www.oocities.org/~esabio/transgenicos/imperativo_categorico.htm>. Acesso em: 10 ago. 2016.

Texto 2

É difícil traduzir a expressão inglesa self-righteousness. Expressa a profunda convicção de uma pessoa de que domina os outros da altura da sua elevada postura ética. Em geral leva a comportamentos estreitamente moralistas e intolerantes. E frequentemente vemos atos violentos justificados com fins altamente morais. Não há barbárie que não se proteja com argumentos de elevada nobreza. Sentimento que permite soltar as rédeas do ódio, aquele sentimento agradável de odiar com boas razões. As invasões de países se dão em geral para proteger as populações indefesas, as ditaduras para salvar a democracia. Há as leis, naturalmente, mas estas definem o que é legal, e frequentemente as leis foram elaboradas por quem as manipula, tornando legal o que é moralmente indefensável. Os paraísos fiscais permitem às corporações pagar poucos impostos, o que não é viável para a pequena empresa. Não é ilegal declarar a sua sede no paraíso fiscal, e evitar assim de pagar impostos no país onde a empresa funciona, enquanto os seus empregados pagam os impostos normalmente, inclusive porque são deduzidos na folha de pagamento. Mas basta ser legal para ser moral?

DOWBOR, Ladislau. Os pensamentos de Haidt sobre ser ético, legal e moral. Disponível em: <http://jornalggn.com.br/noticia/os-pensamentos-de-haidt-sobre-ser-etico-legal-e-moral-por-ladislau-dowbor>. Acesso em: 10 ago. 2016. (Adaptado).

Texto 3

Um catador de recicláveis de Iporã, no noroeste do Paraná, encontrou R$ 50 mil no meio de um caderno jogado na rua. Ao descobrir o dinheiro, a primeira coisa que Antônio Garcia do Prado fez foi ir até uma emissora de rádio local para divulgar o achado e tentar encontrar o dono. Prado conta que só foi ver o dinheiro dentro do caderno quando chegou em casa à noite. “Do jeito que eu achei ele [o caderno], eu só juntei, coloquei dentro do carrinho e fui embora”. Embora receba apenas cerca de R$ 20 por dia, Prado disse que jamais pensou em ficar com o dinheiro que encontrou. O empresário contou que esqueceu o caderno com o dinheiro em cima do carro e quando saiu com o veículo, o perdeu. Mais do que ter de volta o valor perdido, a surpresa do empresário foi mesmo encontrar alguém tão honesto quanto Prado.

CATADOR de recicláveis encontra R$ 50 mil e devolve ao dono no Paraná. Disponível em:<http://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2015/05/catador-de-reciclaveis-encontra-r-50-mil-e-devolve-ao-dono-no-parana.html>. Acesso em: 10 ago. 2016. (Adaptado).

Texto 4


Disponível em: <http://karaminholas.zip.net/arch2013-04-01_2013-04-30.html>. Acesso em: 10 ago. 2016.

Texto 5

Um homem que se dizia honrado chega a Rodes, vindo de Alexandria, com um importante carregamento de trigo. O preço do grão está muito alto porque Rodes estava passando por uma situação crítica de fome e falta de alimentos. O vendedor tem informações que muitos navios deixaram Alexandria em direção a Rodes, posto que no referido porto chegaria uma grande quantidade de trigo ao mesmo tempo. O vendedor mantém silêncio quanto a esta informação para os compradores de Rodes, ou seja, omite tal informação para obter um melhor preço de venda. Aqui em primeiro lugar, é necessário avaliar eticamente esta conduta silenciosa. Diógenes de Babilônia considera moralmente justificado, fixando-se na habilidade do vendedor, posto que ele obedece ao instinto de conservação que é nato ao ser humano. Inobstante a isto, seu discípulo, Antipatro de Tarso, sustenta a questão da solidariedade humana, que deve superar este egoísmo para ser solidário com o próximo. Trata-se de cumprir a ação moral e eticamente correta, e, sobretudo, incorpora já uma alteração da justiça material.

RIBEIRO, Josiel. Ética nos negócios - um dever legal ou moral. Disponível em: <http://canalcienciascriminais.com.br/artigo/entre-textos-legais-que-protegem-a-moral-e-juizos-ou-julgamentos-morais/>. Acesso em: 09 ago. 2016. (Adaptado).

Texto 6

Diante da péssima repercussão do caso do auxílio moradia de R$ 710 reais por mês para promotores e procuradores, com direito a pagamento retroativo que vai custar mais de R$ 13 milhões para os cofres públicos, o Ministério Público Estadual divulgou nota oficial justificando a mordomia. A nota cita elementos legais que justificariam o pagamento. Não dá uma palavra, contudo, sobre a moralidade do benefício e, pior ainda, sobre o pagamento retroativo, que vai render até R$ 40 mil reais em dinheiro aos membros da instituição. A nota também diz que o portal de transparência do MP Estadual “não se presta ao detalhamento de decisões administrativas do órgão”. Em manchete de primeira página, o jornal O Popular denunciou o reajuste do auxílio moradia dos membros do Ministério Público Estadual e o pagamento de verbas retroativas. Segundo a nota do MP, o pagamento é legal.

MP ESTADUAL divulga nota oficial dizendo que o auxílio alimentação é legal. Pode ser, mas que é imoral, é. Disponível em: <http://goias24horas.com.br/25952-mp-estadual-divulga-nota-oficial-dizendo-que-o-auxilio-alimentacao-e-legal-pode-ser-mas-que-e-imoral-e/>. Acesso em: 10 ago. 2016.

Com base na leitura da coletânea, escolha UMA das três propostas de construção textual (dissertação, narração ou carta argumentativa) apresentadas a seguir e discuta a questão-tema abaixo:

Afinal, qual é o melhor caminho: o legal ou o moral?

DISSERTAÇÃO

O artigo de opinião é um gênero textual no qual são apresentados argumentos para convencer os leitores a respeito da validade de um ponto de vista sobre determinado assunto.
De posse dessa orientação, amparando-se na leitura dos textos da coletânea e ainda em sua visão de mundo, imagine-se na função de articulista, de uma revista ou de um jornal de circulação nacional, e escreva um artigo de opinião posicionando-se acerca da questão-tema desta prova.

NARRAÇÃO

O gênero crônica, em sentido atual, é uma narrativa que se caracteriza por basear-se em considerações do cronista acerca de fatos correntes e marcantes do cotidiano. Em torno desses fatos, o autor manifesta uma visão subjetiva, pessoal e crítica.
Tendo em vista essa definição de crônica, crie uma narrativa a partir da seguinte situação: você é negro, filho de um magistrado que recebe o auxílio educação para a família. No curso em que você estuda surgiu uma bolsa para cota racial. Você e outros candidatos de origem humilde pretendem recebê-la, porém eles não têm as suas condições financeiras e educacionais. Ocorre que um colega questiona a sua necessidade e a moralidade de sua decisão. Conte, em um texto em prosa, qual foi a sua reação e medida tomada diante do fato. Não deixe de transmitir suas possíveis reflexões e impressões sobre a situação criada, obviamente, relacionando-a com o tema desta prova. Sua narração, portanto, deverá ser em primeira pessoa.

CARTA ARGUMENTATIVA

A carta de leitor é um gênero textual, comumente argumentativo, que circula em jornais e revistas. Seu objetivo é emitir um parecer de leitor sobre matérias e opiniões diversas publicadas nesses meios de comunicação.
Considerando a definição desse gênero textual, a leitura da coletânea e, ainda, suas experiências pessoais, escreva uma carta de leitor a um jornal ou revista de circulação nacional, emitindo seu ponto de vista − contrário, favorável ou outro que transcenda esses posicionamentos − a respeito da situação exposta no Texto 2 da coletânea.

OBSERVAÇÃO: Ao concluir sua carta, NÃO a assine; subscreva-a com a expressão UM (A) LEITOR (A).

Redação Puc-Rio 2016-1

Seguindo as instruções abaixo, produza um texto dissertativo-argumentativo — com cerca de 25 linhas e título informativo —, discorrendo sobre o modo como você entende a ética na atualidade. Em outras palavras, como, na sua concepção, “os indivíduos são levados a formular princípios que devem valer tanto para eles como para os outros”, em nossos dias? Os trechos abaixo têm por objetivo inspirar o tema desta proposta de produção de texto. Seu texto deve, obrigatoriamente, RESUMIR e COMENTAR algum episódio — pessoal ou não — para servir de ilustração da sua concepção, e você deve INSERIR em sua redação pelo menos uma das definições oferecidas nos textos da prova de Português e Literatura Brasileira com a devida referência.

Os constituintes do campo ético

Para que haja conduta ética é preciso que exista o agente consciente, isto é, aquele que conhece a diferença entre bem e mal, certo e errado, permitido e proibido, virtude e vício. A consciência moral não só conhece tais diferenças, mas também se reconhece como capaz de julgar o valor dos atos e das condutas e de agir em conformidade com os valores morais, sendo por isso responsável por suas ações e seus sentimentos e pelas consequências do que faz e sente. Consciência e responsabilidade são condições indispensáveis da vida ética.

A consciência moral manifesta-se, antes de tudo, na capacidade para deliberar diante de alternativas possíveis, decidindo e escolhendo uma delas antes de lançar-se na ação. Tem a capacidade para avaliar e pesar as motivações pessoais, as exigências feitas pela situação, as consequências para si e para os outros, a conformidade entre meios e fins (empregar meios imorais para alcançar fins morais é impossível), a obrigação de respeitar o estabelecido ou de transgredi- -lo (se o estabelecido for imoral ou injusto). [...]

O campo ético é, assim, constituído pelos valores e pelas obrigações que formam o conteúdo das condutas morais, isto é, as virtudes. Estas são realizadas pelo sujeito moral, principal constituinte da existência ética.

CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ed. Ática, 1999. p. 337. Adaptado.

Ética da virtude

Durante a maior parte dos últimos 400 anos, filósofos da moral têm mostrado uma tendência a enfatizar primeiro as ações, não os agentes: isto é, que tipo de coisas deveríamos fazer, em vez de que tipo de pessoas deveríamos ser. A incumbência principal do filósofo tem sido descobrir e explicar os princípios nos quais essa obrigação moral se baseia, formulando regras que façam com que nos comportemos de acordo com esses princípios.

Proposições bem diferentes têm sido feitas sobre a natureza dos princípios subjacentes em si. Contudo, existe na origem uma suposição comum de que a questão principal seja a da justificação das ações e não o caráter dos agentes, os quais têm sido vistos como secundários ou meramente instrumentais. Mas a virtude nem sempre desempenhou papel secundário ao do dever ou de algum outro bem além de si.

Até o Renascimento e os primeiros sinais da revolução científica, as mais fortes e importantes influências sobre a filosofia vinham dos grandes pensadores da Grécia clássica — Platão e, acima de todos, seu pupilo Aristóteles. Para eles, a preocupação principal era constituída da natureza e do cultivo de um caráter bom. A questão principal não era “qual a coisa certa a fazer (em tal circunstância)?”; e, sim, “qual o melhor modo de se viver?”.

Dada a grande diferença de prioridades, a natureza da virtude, ou excelência moral, era de interesse central. A filosofia de Aristóteles foi eclipsada durante séculos — dos tempos de Galileu aos de Newton —, quando a atenção mudou para as regras e os princípios da conduta moral. A partir de meados do século XX, porém, alguns pensadores começaram a expressar sua insatisfação com essa tendência prevalecente na filosofia moral, reavivando o interesse pelo estudo do caráter e da virtude.

Segundo Aristóteles e outros pensadores gregos, ser uma boa pessoa e distinguir o certo do errado não é primordialmente uma questão de entender e aplicar determinadas regras e princípios morais. Trata-se de ser ou tornar-se o tipo de pessoa que, ao adquirir sabedoria por meio da prática correta e do treino, irá se comportar habitualmente de maneira apropriada nas circunstâncias apropriadas. Em resumo, ter o tipo certo de caráter e disposições, naturais e adquiridas, resulta no tipo certo de comportamento. As disposições em questão são as virtudes.

DUPRÉ, Ben. Cinquenta ideias de filosofia que você precisa conhecer. Tradução de Rosemarie Ziegelmaier.
São Paulo: Planeta, 2015. p. 100-101. Adaptado.

Redação UPF 2015

"Mesmo quando os valores não representam a vida mais justa, o sujeito pode agir de maneira autêntica".

Franklin Leopoldo e Silva

Os valores que orientam a conduta humana estão estabelecidos em várias esferas: moral, religiosa, cultural, intelectual, política, econômica, familiar. Dependendo das circunstâncias, ocorre a predominância de certos critérios, que aparecem, então, como os mais relevantes para a tomada de decisões éticas. O exercício livre da racionalidade trouxe a possibilidade de que fosse o intelecto humano a instância de reconhecimento de valores, por via de procedimentos metódicos que assegurassem a distinção entre a mera opinião individual ou de grupos e a universalidade consolidada conceitualmente.

(Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2010/04/etica-e-situacoes-limite/. Acesso em 20 abr. 2015)

Um dos fatores que marcam a nossa época, que já foi chamada de "mundo sem bússola", é a falta de ética. Escreva um texto dissertativo argumentativo respondendo à questão: em que medida a ética ou a falta dela influencia na tomada de decisões de um cidadão?

Redação UPF 2011 

Mentir pode parecer, muitas vezes, algo inofensivo. Alguns defendem até mesmo que a mentira, em determinadas situações, evita que sejam magoadas pessoas a quem se quer bem.

Produza um texto dissertativo-argumentativo que discuta a questão ética envolvida no ato de mentir, podendo, para isso, abordar as consequências que a adoção desse expediente pode trazer tanto para as relações pessoais quanto para a sociedade como um todo.

Redação Enem 2009

Com base na leitura dos textos motivadores seguintes e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação redija texto dissertativo-argumentativo em norma culta escrita da língua portuguesa sobre o tema O indivíduo frente à ética nacional, apresentando propósta de ação social, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione coerentemente argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. 

Andamos demais acomodados, todo mundo reclamando em voz baixa como se fosse errado indignar-se.

Sem ufanismo, porque dele estou cansada, sem dizer que este é um país rico, de gente boa e cordata, com natureza (a que sobrou) belissima e generosa, sem fantasiar nem bota óculos cor-de-rosa, que o momento não permite, eu me pergunto o que anda acontecendo com a gente.

Tenho medo disso que nos tornamos ou em quem estamos nos tranformando, achando bonita a ignorância eloquente, engraçado o cinismo bem-vestido, interessante o banditismo arrojado, normal o abismo em cuja beira equilibramos - não malabaristas, mas palhaços.

LUFT,L. Ponto de vista. Veja. Ed. 1988, 27 dez. 2006 (adaptado).

Qual é o efeito em nós do "eles são todos corruptos"?

As denúncias que assolam nosso cotidiano podem dar lugar a uma vontade de transformar o mundo só se nossa indignação não afetar o mundo inteiro. "Eles são TODOS corruptos" é um pensamento que serve apenas para "confirmar" a "integridade" de quem se indigna.

O lugar-comum sobre a corrupção generalizada não é uma armadilha para os corruptos: eles continuam iguais e livres, enquanto, fechados em casa, festejamos nossa esplendorosa retidão.

O dito lugar-comum é uma armadilha que amarra e imobiliza os mesmos que denunciam a imperfeição do mundo inteiro.

CALLIGARIS, C. A armadilha da corrupção. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br (adaptado).

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