Redação sobre Desenvolvimento

Redação sobre Desenvolvimento

Países Ricos e Pobres

Países desenvolvidos e em desenvolvimento

Tema 1

“Os países mais ricos deveriam compartilhar sua riqueza com os mais pobres”.

Você concorda com essa afirmação? Justifique sua resposta racional, não emocionalmente.

Tema 2

Quais são as vantagens e as desvantagens de países ricos enviarem ajuda externa aos países pobres? Justifique seus argumentos com exemplos específicos.

Tema 3

“Ajuda externa ajuda mais os países que doam o dinheiro do que aqueles que o recebem”.

O que significa essa afirmação? Você concorda com ela? Justifique sua resposta com exemplos específicos.

Tema 4

“Um país pobre necessita de investimentos em saúde e educação para se desenvolver. A maioria desses países não possui os recursos financeiros para investir na educação e saúde de sua população. Portanto, cabe aos países ricos fornecerem tais recursos”.

Você concorda com esse ponto de vista? Justifique sua resposta com exemplos específicos.

Tema 5

“Países ricos deveriam perdoar todas as dívidas dos países pobres”.

Elabore uma redação defendendo o ponto de vista da afirmação acima.

Tema 6

Historicamente, milhões de pessoas imigraram de países em desenvolvimento para países desenvolvidos. Você concorda com o ponto de vista que a imigração no século 21 é uma questão tanto social como política? Justifique sua resposta com exemplos específicos.

Tema 7

Muitos bons profissionais que vivem em países pobres imigram para países ricos. Esse fenômeno ocorre por vários motivos. Alguns desses profissionais procuram mais oportunidades de trabalham. Outros buscam uma melhor qualidade de vida.

Esse fenômeno é prejudicial para os países pobres, que perdem suas melhores cabeças – aqueles que poderiam contribuir para o desenvolvimento do país. Muitas pessoas acreditam que os países ricos “roubam” as melhores cabeças dos países pobres. Você concorda com esse ponto de vista? Justifique sua resposta com exemplos específicos.

Tema 8

Ponto de Vista 1
Apesar de não estarem em guerra, muitos países gastam bilhões de dólares em armamentos. Em vez disso, deveriam usar esse dinheiro para ajudar os carentes e investir em saúde e educação.

Ponto de Vista 2
Mesmo não estando em guerra, um país precisa investir muito no seu exército e em armamentos. Afinal, o governo é responsável pela segurança de seu povo. Países que não são fortes militarmente estão sujeitos a serem ameaçados, atacados ou até mesmo invadidos por outros países.

Escolha um dos dois pontos de vista e defenda-o com argumentos racionais, não emocionais.

Redação Unicamp 2019

Sua professora de Geografia abriu um fórum no ambiente virtual da disciplina para discutir o tópico “IDH e crescimento do PIB como indicadores de desenvolvimento” e propôs as seguintes questões: a) Observe a classificação do Brasil nos rankings apresentados nos gráficos 1 e 2; b) Interprete os textos 3, 4 e 5; e c) Indique se haveria diferenças no desenvolvimento social do Brasil caso o país optasse por uma política econômica que tenha como consequência uma melhor classificação no ranking do IDH ou no ranking do crescimento do PIB.

Publique uma postagem nesse fórum, na qual, a partir da leitura dos textos indicados abaixo, você deve: a) apontar em qual ranking o Brasil subiria se privilegiasse os aspectos qualidade de vida e igualdade no desenvolvimento social; b) apresentar as consequências de priorizar o consumo para o desenvolvimento social; e c) argumentar em favor do seu ponto de vista.

PIB significa Produto Interno Bruto, medida que representa a soma, em valores monetários, de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região, durante um determinado período.

IDH significa Índice de Desenvolvimento Humano, medida concebida pela ONU (Organização das Nações Unidas) para avaliar a qualidade de vida e o desenvolvimento econômico de uma população.

3. Um breve conjunto de informações para nos fazer repensar as relações de consumo:

• A indústria da moda é a segunda maior consumidora de água no mundo. Só perde para a do petróleo. 
• Estima-se que 17% a 20% da poluição da água industrial vem de tingimento e tratamento têxtil. 
• Cerca de 15% a 20% de tecido é desperdiçado a cada peça cortada. E tecido não é reciclável. 
• Estima-se que 10% das emissões de gases de efeito estufa provêm da indústria da moda. 
• As fábricas de moda consomem mais de 130 milhões de toneladas de carvão/ano para gerar energia. 
• Para suprir a demanda do consumo, quase toda matéria-prima utilizada na moda resulta em problema: do algodão, cheio de pesticidas, ao poliéster, oriundo da exploração do petróleo. 
• Operários da indústria têxtil em países como China, Índia e Bangladesh trabalham mais de 12 horas por dia e ganham menos do que 100 dólares por mês. 
• Cerca de 80% da mão de obra deste mercado são mulheres. E menos de 2% ganham o suficiente para viver em condições dignas. Para ganhar mais, elas chegam a trabalhar mais de 75 horas por semana. E tem quem ache que o consumismo é um problema individual que só diz respeito à própria conta bancária…

(Adaptado de Nina Guimarães, O consumismo destrói o meio ambiente e incentiva o trabalho escravo. Metrópoles, 19/04/2017.)

4. As principais redes de varejo de moda do país associadas à ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil) já notam a melhora no ânimo dos consumidores. “O cenário é mais favorável, a partir do momento em que há maior disponibilidade de crédito; a inflação está abaixo do esperado, com aumento no poder de compra; e há uma leve redução do desemprego. Esses fatores somados ajudam a elevar a intenção de compra”, aponta Lima, diretor executivo da ABVTEX. A FGV estima que, em 2018, o PIB cresça 2,5%. Esse crescimento deve permanecer liderado pelo consumo.

(Adaptado de Em 2018, crescimento permanecerá liderado pelo consumo, diz FGV. Disponível em http://www.abvtex.org.br/. Acessado em 04/05/ 2018.)

5. Pelo 12º ano consecutivo, só deu ela: a Noruega foi novamente eleita pela ONU como o melhor país do mundo para se viver. Segundo Jens Wandel, diretor do departamento administrativo do Programa de Desenvolvimento da ONU, o sucesso do país consiste em combinar o crescimento de renda com um elevado nível de igualdade. “Ao longo do tempo, a Noruega conseguiu aumentar sua renda e, ao mesmo tempo, garantir que os rendimentos sejam distribuídos de modo uniforme”.

(Adaptado de Índice de Desenvolvimento Humano: o que faz da Noruega o melhor lugar para se viver? Huffpost Brasil, 17/12/2015.)

EXPECTATIVAS DA BANCA

A expectativa da Banca Elaboradora nesta segunda proposta de redação é a de que os candidatos e as candidatas: a) demonstrem capacidade de analisar os gráficos 1 e 2; b) comparem, com base nos outros elementos presentes na coletânea, os indicadores de desenvolvimentos de Brasil, China, índia e Noruega; c) utilizem essa comparação para avaliar os efeitos do consumo tanto nos rankings como na qualidade de vida e na igualdade social; d) escrevam uma resposta em forma de postagem no fórum virtual da disciplina.

Tendo em mente a questão norteadora da proposta (os efeitos do consumo para a elevação do PIB e do IDH), espera-se que os candidatos assumam um ponto de vista sobre a relação entre o consumo e os fatores qualidade de vida e igualdade no desenvolvimento social. Além disso, espera-se que exponham seu ponto de vista sobre eventuais diferenças para o desenvolvimento social do Brasil, caso o país optasse por uma política econômica visando a uma melhor classificação no ranking do IDH ou no ranking do crescimento do PIB.

Por um lado, os dois países que lideram o ranking do PIB (índia e China) apresentam problemas em relação à desigualdade e à qualidade de vida, com dados que sugerem situações de trabalho escravo contemporâneo, como se pode inferir da leitura do texto 3. Tais problemas se refletem nos baixos índices de IDH. Em contrapartida, a Noruega - líder por anos consecutivos no ranking do IDH - não apresenta um crescimento do PIB semelhante ao do IDH. O quinto e último excerto fornece outras informações a respeito das razões dessa consistente liderança norueguesa no ranking do IDH.

Para responder à questão proposta, os candidatos devem inferir, a partir dos textos oferecidos, que há uma polêmica em relação ao papel atribuído ao consumo: ele é visto por alguns economistas - representados pelo diretor executivo da ABVTEX (excerto 4) - como uma ferramenta para alavancar o crescimento econômico, e, por outros, como desencadeador de problemas ambientais e sociais (excerto 3). Priorizar uma melhor classificação no ranking do IDH ou no ranking do crescimento do PIB poderia ser equivalente a priorizar ou não o consumo e suas consequências para a qualidade de vida e a igualdade social.

A proposta encaminha para uma leitura: a de que os efeitos do consumo são mais negativos que positivos, e a de que é importante priorizar o IDH como índice de avaliação do desenvolvimento social do Brasil, se se pretende construir uma sociedade mais igualitária. Isso não veta, porém, que o(a) candidato(a) possa argumentar que uma política econômica pode priorizar o crescimento do PIB. Ou, ainda, que uma associação entre os dois rankings seria a opção mais interessante. Neste caso, o candidato poderia tomar por base a própria Noruega que, há um ano, estava abaixo do Brasil no ranking do PIB e que elevou sua classificação nos últimos meses. Há, ainda, outros desenvolvimentos temáticos sobre a relação entre crescimento econômico, consumo, distribuição de renda e IDH, que poderiam ser mobilizados pelos(as) candidatos(as). Em todos os casos, porém, o(a) candidato(a) deve, obrigatoriamente, levar em conta os gráficos e os fragmentos apresentados na coletânea, seja para justificar o seu ponto de vista, seja para tomá-los como contraponto.

Em relação ao gênero solicitado, o(a) candidato(a) deve organizar uma resposta expositivo-argumentativa em que deixe clara a sua opção por um dos ranqueamentos (IDH ou PIB), ou por ambos, e as consequências dessa escolha para o Brasil. Além disso, deve formular uma argumentação coerente e consistente. Tendo em vista postagens que circulam em fóruns de ambientes virtuais de disciplinas, é possível explicitar ou não o diálogo com a professora, com os colegas ou com a questão por ela elaborada.

O que será priorizado na avaliação desta proposta temática, portanto, é a capacidade de fazer inferências e de articular informações, bem como a qualidade argumentativa do texto construído como resposta para a pergunta elaborada por uma professora, conforme a situação de produção fornecida no enunciado da prova.

Fonte: Unicamp

Redação ACAFE 2015

Texto motivador

A melhoria nos serviços de saúde, uma educação de qualidade e a proteção contra o crime e a violência são, nessa ordem, os maiores anseios dos brasileiros, segundo a pesquisa Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) – Nossos Brasis: prioridades da população, realizada em agosto de 2013 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com 3.810 entrevistados em mais de 210 cidades.

Disponível em: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/POLITICA/ 474542-PROPOSTAS-DOS-PRESIDENCIAVEIS-PARAVARIAS- AREAS-JA-TRAMITAM-NA-CAMARACOMPARE. html

Considerando o texto motivador, escreva uma dissertação sobre três propostas viáveis para o desenvolvimento do Brasil nos próximos quatro anos: uma para a saúde, uma para a educação e uma contra o crime e a violência.

Além de apresentar as três propostas de forma detalhada, faça a defesa de sua viabilidade e aponte os resultados esperados.

Redação PUC-PR 2011

TEXTO I - CLASSE MÉDIA JÁ É 50% DA POPULAÇÃO

O número de brasileiros que compõem a nova classe média, cuja renda varia de R$ 1.126 a R$ 4.854, chegou a 94,9 milhões de pessoas e ultrapassou pela primeira vez 50% da população, de acordo com dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), relativa a 2009. O indicador confirma uma tendência que já estava sendo apontada pela pesquisa mensal de emprego (PME) desde 2008, segundo informações da pesquisa “A Nova Classe Média: O Lado Brilhante dos Pobres” divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A pesquisa mostrou que de 2003 a 2009, um total de 29.063.545 ascenderam para a classe C, a chamada nova classe média.

Fonte: Rio de Janeiro. Agência Estado. Gazeta do Povo, 11.set.2010, p. 19.

TEXTO II

Fonte: Gazeta do Povo, 11.set.2010, p. 8.


Proposta de Redação

Com apoio nas informações do texto jornalístico e na crítica do cartunista Tiago Recchia, escreva um texto em que você deve posicionar-se sobre o tema apontado pelos dois textos.
Observe o tom irônico do cartunista. Afinal, a situação é realmente boa, ou ainda falta o bife no prato dos brasileiros?

SOBRE A REDAÇÃO

1. Estruture o texto da sua redação com um mínimo de 15 e um máximo de 20 linhas.
2. Faça o rascunho no espaço reservado.
3. Transcreva o texto do rascunho para a FOLHA DE REDAÇÃO que lhe foi entregue em separado.
4. Não há necessidade de colocar título.
5. Não coloque o seu nome, nem a sua assinatura na FOLHA DE REDAÇÃO, nem faça marcas nela. A FOLHA DE REDAÇÃO já se encontra devidamente identificada.

Redação PUC-PR 2010

TEXTO
Classe C poupa mais que as A e B

Depois de mobiliar a casa, renovar os aparelhos eletroeletrônicos e comprar o carro, a classe C – que passou de 45% para 49% da população entre 2008 e 2009 – aprendeu a poupar. Pela primeira vez, a chamada nova classe média brasileira destinou maior volume de recursos à poupança, aplicações e investimentos que as classes A e B.
(...)
Em relação ao ano anterior, a classe C foi a única que conseguiu economizar mais, com acréscimo de 203% ante retrações de 19% nas classes A e B e 33% nas D e E.

Fonte: NASCIMENTO, Alexandre Costa. Curitiba: Gazeta do Povo, 07/04/2010, Caderno Economia, p. 21.

Proposta de Redação

O texto jornalístico de Alexandre Costa Nascimento expõe o crescimento da classe C, tanto em relação à porcentagem da população, como em volume de participação na economia do país.
Como REDAÇÃO, escreva um texto dissertativo em que devem ser discutidos efeitos desse crescimento.

SOBRE A REDAÇÃO

1. Estruture o texto da sua redação com um mínimo de 15 e um máximo de 20 linhas.
2. Faça o rascunho no espaço reservado.
3. Transcreva o texto do rascunho para a FOLHA DE REDAÇÃO que lhe foi entregue em separado.
4. Não há necessidade de colocar título.
5. Não coloque o seu nome, nem a sua assinatura na FOLHA DE REDAÇÃO, nem faça marcas nela. A FOLHA DE REDAÇÃO já se encontra devidamente identificada.

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