Instruções para os dias das Provas da Unicamp:

• A prova deve ser feita a caneta esferográfica preta. Utilize apenas o espaço reservado (pautado) para a resolução das questões. 
• Na prova de Redação, deverão ser elaborados dois textos (Texto 1 e Texto 2). Os dois textos são de execução obrigatória. Não deverá haver nenhuma identificação pessoal (nome, sobrenome, etc.) nos textos. 
• Atenção: nas questões que exigem cálculo, não basta escrever apenas o resultado final. É necessário mostrar a resolução ou o raciocínio utilizado para responder às questões.

• A duração total da prova (Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa) é de quatro horas. 
• A duração total da prova (Ciências Biológicas, Física e de Química) é de quatro horas. 
• A duração total da prova (História, Geografia e Matemática) é de quatro horas.

Deverão ser elaborados dois textos (Texto 1 e Texto 2). Os dois textos são de execução obrigatória. Não deverá haver nenhuma identificação pessoal (nome, sobrenome, etc.) nos textos. 

REDAÇÃO

TEXTO 1 

Como um(a) aluno(a) do Ensino Médio interessado(a) em questões da atualidade, você leu o artigo “A volta de um Rio que faz sonhar”. Sentindo-se desafiado(a) pelos questionamentos levantados no texto, você decidiu escrever uma carta para a Seção do Leitor da revista Rio Pesquisa. Em sua carta, discuta a relação estabelecida pela autora entre o conceito de Brasil cordial e a presença de estrangeiros no Brasil, apresentando argumentos em defesa de um ponto de vista sobre a questão.

A volta de um Rio que faz sonhar

Reverenciada mundialmente por suas belezas naturais, a cidade do Rio de Janeiro tem se transformado em espaço sonhado para aqueles que buscam construir seu futuro em terra estrangeira. Imigrantes, de origens variadas, vêm chegando à cidade, buscando garantir sua sobrevivência, fugir à pobreza ou transformar seus sonhos em realidade. Esse processo insere-se em um quadro mais geral de transformações. Graças à situação assumida pelo Brasil, como uma das maiores economias do mundo, polo de atração na América do Sul, o país vem se tornando, mais uma vez na história, importante lugar de chegada, em um momento em que políticas de vigilância e controle sobre os estrangeiros aprofundam-se nos países ricos em crise.

Essa nova situação exige estudos que ultrapassem as questões pontuais para incluir análises sobre as relações presente e passado; entre o local, o nacional e o internacional e entre as práticas e as representações sobre o “outro”. O recente episódio da entrada abrupta de haitianos no Brasil, sem dúvida, apontou a necessidade dessas análises ampliadas. Para além da conjugação entre a necessidade de partir e o conhecimento adquirido sobre um país que se tornou “próximo” pela presença das tropas brasileiras em solo haitiano, o processo revestiu-se de preocupantes aspectos de mudança. Dentre eles, a ação dos coiotes na efetivação dos deslocamentos, marca indicativa do ingresso do país em um contexto no qual grupos organizados vivem da imigração ilegal e máfias internacionais enriquecem com o tráfico humano. O episódio pode ser visto, assim, como a ponta de um iceberg que tende a envolver a América Latina e o Caribe, considerando-se uma das tendências dos processos migratórios da atualidade: as migrações regionalizadas, realizadas no interior dos subsistemas internacionais.

Brasil: país cordial?

A predisposição do Brasil em receber o estrangeiro de braços abertos é ideia consagrada que necessita sofrer o peso da crítica. Pesquisas variadas têm demonstrado que o país nunca foi imune aos processos de discriminação do “outro”. Um exemplo, entre vários, pode ser dado pela prática da expulsão de estrangeiros na Primeira República (1907-1930), que se caracterizou por extrema violência, mesmo contra aqueles que já eram considerados residentes, portanto com os mesmos direitos constitucionais dados aos brasileiros.

A representação de um Brasil cordial, desta forma, deve ser entendida como uma construção forjada em determinado momento de nossa história. Lógico que as reações diferiam e diferem de acordo com os diferentes tipos de estrangeiros com os quais travamos contato, ocorrendo diferenças de tratamento em relação àqueles que, pelo local de nascimento ou pela cor, classificamos como superiores ou inferiores. Vários indícios vêm demonstrando que as atitudes discriminatórias não ficaram perdidas no passado, mas podem ser encontradas com relativa facilidade, quando treinamos nosso olhar para melhor observar aquilo que nos cerca. As tensões entre brasileiros e bolivianos nos locais onde estes estão mais presentes, por exemplo, já são bastante visíveis. Isso sem falar no triste espetáculo do subemprego e da exploração a que estão sujeitos latino-americanos fixados ilegalmente no país. É urgente, portanto, que nos perguntemos como tendemos a ver e sentir a presença cada vez mais visível de estrangeiros em solo brasileiro, principalmente daqueles que são oriundos de países pobres, muitos deles necessitando do foco dos direitos humanos. Seremos sensíveis aos discursos e às práticas xenófobas? Defenderemos políticas restritivas e repressoras? Caminharemos para a sofisticação dos instrumentos de vigilância sobre um “outro” que possa ser visto como ameaça? Responder a essas questões, aqui e agora, seria um exercício de profecia que não nos cabe fazer. Isso não exclui, entretanto, que a reflexão sobre essas possibilidades esteja proposta, por mais penosa que ela possa ser, principalmente se considerarmos a rapidez dos processos em curso e a tensão mundial presente no embate entre interesses nacionais e direitos humanos.

(Adaptado de Lená Medeiros de Menezes, A volta de um Rio que faz sonhar. Rio Pesquisa, Rio de Janeiro, ano V, nº 20, p. 48-50, set. 2012.)

REDAÇÃO

TEXTO 2

Como voluntário(a) da biblioteca Barca dos Livros, você ficou responsável por escrever o texto de apresentação de uma campanha de arrecadação de fundos para a instituição. Em seu texto, que estará disponível no site da Barca dos Livros, apresente, com base na notícia abaixo, o histórico e as ações da biblioteca, mostrando a importância das doações para a continuidade do projeto.

Barca dos Livros corre o risco de fechar por falta de apoio financeiro

Em 2014, a Barca dos Livros foi eleita a melhor biblioteca comunitária do país pelo Ministério da Cultura e da Educação. Graças ao trabalho de voluntários apaixonados por literatura e que a consideram uma arte fundamental para a infância, a instituição vem há quase uma década formando leitores e promovendo a cultura em Florianópolis. Precisa, no entanto, de um impulso material para que continue existindo.

Para chegar ao posto de referência no país, a Barca dos Livros navegou por mares calmos e revoltos. Hoje, nove anos e dois meses depois da inauguração, conta com um precioso acervo de 15 mil livros, dois terços dos quais de literatura infantil e infanto-juvenil, aproximadamente 5 mil carteirinhas de sócios e a incerteza do futuro. Desde maio do ano passado, está com o aluguel atrasado na atual sede, um espaço de 125 m² no Lagoa Iate Clube.

“Estamos sem nenhum patrocínio, convênio, subvenção. Além do aluguel, estamos devendo também o salário de três funcionários. A Barca é tocada por voluntários. Acontece que nunca foi fácil, mas nunca esteve a ponto de quase fechar” – lamenta a coordenadora do projeto, Tânia Piacentini.

De 2010 até maio do ano passado, um convênio com a Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes garantia o pagamento do aluguel, no valor de R$ 6,5 mil por mês. Mas a parceria não foi renovada. “Todas as atividades são gratuitas. Apenas para os passeios de barco com contação de histórias, realizados no segundo sábado de cada mês, é cobrado o valor de 5 reais para adultos que acompanham as crianças. Nosso material, espaço, livros, tudo é renovado graças ao trabalho dos voluntários. Precisamos de parceiros fixos que queiram ajudar.”

Acolhimento literário

De 2007 até hoje, os voluntários da Barca viram crianças que engatinhavam lerem as primeiras palavras e depois amarem a leitura. Despertaram a paixão pela ficção, contaram histórias, viram mães com bebês de colo pegando no sono nos confortáveis sofás da sala de leitura, aconchegadas pelo ambiente de acolhimento literário.

Nascida em Nova Veneza, sul do Estado, há 68 anos, Tânia Piacentini começou a dar aulas aos 14 anos. Cursou Letras e fez mestrado e doutorado na área de educação e literatura. Foi a primeira representante de Santa Catarina, nos anos 1970, a selecionar livros para a Fundação Nacional do Livro Infantil, que a cada ano premia as melhores publicações para crianças e jovens.

Duas décadas depois, com o aumento de livros editados para esse público – quando começou, eram no máximo 10 por ano, hoje são cerca de 1.200 novas edições –, passou a convidar pessoas para ajudar a selecioná-los. Daí surgiu um núcleo de 25 leitores e especialistas que formou a Sociedade Amantes da Leitura, ONG que criou e sustenta legalmente a Barca.

“Nem sabíamos que ficaria grande. Queremos continuar e aumentar o atendimento. Abrir ao público todos os dias é um sonho. Temos que estar disponíveis e manter a qualidade. Mas sem dívidas pessoais e crises financeiras”, suspira Tânia.

Hoje a Barca abre ao público de terça a sábado, das 14 às 20 horas – chegou a ser de terça a domingo, em três turnos. Mesmo com as dificuldades, promove atividades semanais, como A Escola Vai à Barca (que recebe alunos de escolas da rede pública e particular), palestras, saraus para adultos, lançamentos de livros, leituras coletivas de livros e passeios mensais de barco pela Lagoa da Conceição. O cadastro custa 1 real e dá ao pequeno sócio uma carteirinha que permite pegar três obras emprestadas por 15 dias.

Mais informações sobre a programação no site da Barca dos Livros.

(Adaptado de Carol Macário, Barca dos Livros corre o risco de fechar por falta de apoio financeiro. Disponível em: http://dc.clicrbs.com.br/sc/entretenimento/noticia/2016/04/barca-dos-livros-corre-o-risco-de-fechar-por-falta-de-apoiofinanceiro 5754089.html. Publicado em 05/04/16.)

EXPECTATIVAS DA BANCA - REDAÇÃO

TEXTO 1

A prova de redação da Unicamp é composta por duas propostas, que se complementam, de maneira a permitir que diferentes sub-habilidades de leitura e diferentes sub-habilidades de escrita sejam avaliadas.

A proposta para o Texto 1, que integra leitura e escrita, pressupõe não apenas ser capaz de identificar um ponto de vista sobre uma questão e os argumentos que o sustentam, como também ser capaz de refletir sobre esse ponto de vista e posicionar-se a respeito. Essas sub-habilidades, fundamentais para um aluno universitário, não são requeridas apenas em gêneros da esfera acadêmico-científica, mas também são mobilizadas em diferentes configurações de vários outros gêneros que perpassam a vida do estudante e que também são importantes para o exercício da cidadania.

Espera-se que os candidatos estejam familiarizados com a questão dos recentes movimentos migratórios no país e no mundo, a partir da leitura de jornais e revistas e de discussões ocorridas no ambiente escolar. Pressupõe-se, portanto, que os estudantes disponham de referências para elaborar seus textos, relacionando-as às questões colocadas pelo texto-fonte.

O enunciado, que orienta a elaboração do texto a partir da leitura proposta, deixa claro que o candidato deveria se colocar na posição de um enunciador interessado em questões da atualidade e que, tendo lido o texto "A volta de um Rio que faz sonhar", aceita o desafio proposto pela autora de fazer uma reflexão sobre o conceito de Brasil cordial e a presença de estrangeiros no país.

O gênero do texto a ser escrito pelo candidato é uma carta do leitor a um meio de comunicação. Em função do propósito e das condições de produção, esse gênero pode apresentar configurações distintas, o que permite sua utilização em diferentes contextos e com diferentes objetivos. Nesta proposta, trata-se de uma carta argumentativa, um instrumento que permite ao leitor expressar sua opinião sobre assuntos atuais e relevantes que circulam na mídia e, com isso, ter uma participação social mais ativa. O enunciador, nesse caso, é um leitor do artigo "A volta de um Rio que faz sonhar" e o interlocutor é a revista Rio Pesquisa e, por extensão, a própria autora do texto. É importante lembrar, ainda, que como a carta será publicada na revista, também são interlocutores os seus leitores. A interlocução, nesse caso, é fundamental, como em qualquer outra carta, e não se constitui pela simples inclusão de marcas formais. Dada a natureza da revista, a carta deve ser adequada à modalidade escrita formal.

No texto-fonte, a historiadora Lená Medeiros de Menezes questiona a ideia de Brasil cordial, ao chamar a atenção para a complexidade dos processos migratórios, salientando a necessidade de análises ampliadas face à carência de teorias capazes de abordar essa complexidade. O texto, finalizado com questionamentos, revela-se especialmente estimulante, convidando o leitor a refletir e a se posicionar.

Para o cumprimento do propósito da tarefa, o candidato deverá, em primeiro lugar, ser capaz de identificar a relação estabelecida pela autora entre o conceito de Brasil cordial e a presença de estrangeiros no Brasil. Menezes afirma que a ideia de Brasil como um país acolhedor e predisposto a "receber o estrangeiro de braços abertos" não se sustenta. A cordialidade não seria, portanto, necessariamente constitutiva do brasileiro, mas parte de um conceito construído em determinado momento de nossa história, uma vez que a convivência com estrangeiros tem sido por vezes conflituosa. Para justificar tal afirmação, a autora ressalta o fato de que "o país nunca foi imune aos processos de discriminação do 'outro'", trazendo exemplos de tensões passadas e recentes entre brasileiros e estrangeiros. Em segundo lugar, o candidato deverá posicionar-se a respeito dessa relação entre o conceito de Brasil cordial e a presença de estrangeiros no Brasil, apresentando argumentos em defesa de um ponto de vista. Para tanto, existem diferentes possibilidades. Ao reafirmar que a cordialidade é construída e não necessariamente constitutiva do brasileiro, o candidato poderia defender diferentes posições, mobilizando diferentes argumentos. Uma possibilidade seria defender a entrada e permanência de estrangeiros e de refugiados, enfatizando a garantia aos direitos humanos; outra poderia ir em direção contrária, relegando os direitos humanos ao segundo plano, ao priorizar políticas de manutenção dos interesses nacionais. O candidato também poderia afirmar que a cordialidade é constitutiva do brasileiro, defendendo, por exemplo, que as reações negativas à entrada desses estrangeiros, principalmente quando comparadas ao que vem ocorrendo em outros países, são fatos isolados que não expressam o pensamento da maioria da população. Nos três casos, para construir sua argumentação, o candidato utilizaria elementos do texto-fonte, como a prática de expulsão de estrangeiros na Primeira República ou a entrada dos haitianos no país ou, ainda, as tensões entre brasileiros e bolivianos. Não se espera, contudo, que o candidato elabore propostas de solução, o que, por vezes, pode distanciá-lo do cumprimento do propósito da tarefa por reduzir a complexidade da questão em pauta e, consequentemente, comprometer o exercício de reflexão.

EXPECTATIVAS DA BANCA - REDAÇÃO

TEXTO 2
A proposta para o Texto 2, que também avalia a leitura e a escrita de maneira integrada, pressupõe a capacidade de selecionar, sumarizar, (re)organizar e retextualizar informações a partir de uma notícia para a elaboração de um texto de apresentação de uma campanha de arrecadação de fundos para a biblioteca comunitária Barca dos Livros, de Florianópolis.

Trata-se de uma tarefa bastante distinta daquela solicitada para o Texto 1, tanto no que diz respeito ao gênero do texto-fonte e do texto a ser elaborado pelo candidato, quanto em relação às sub-habilidades de leitura e sub-habilidades de escrita necessárias para a realização da proposta. Embora o gênero do texto a ser elaborado possa não ser considerado como pertencente à esfera acadêmico-científica, as sub-habilidades exigidas também são fundamentais para um aluno universitário tanto em sua atuação acadêmica e profissional, quanto em seu trânsito nas mais variadas práticas sociais nas quais se envolve.

Nesta proposta, os candidatos possivelmente não dispõem de conhecimento prévio sobre a situação da biblioteca Barca dos Livros, devendo informar-se a partir do texto-fonte. Por outro lado, pressupõe-se que os estudantes se sintam motivados a desenvolver a proposta por reconhecerem a importância das bibliotecas na formação leitora das pessoas.

O texto-fonte apresenta a situação da instituição, bem como os diversos projetos e atividades nela desenvolvidos. Para cumprir o propósito solicitado, o candidato deveria selecionar e retextualizar as informações relevantes para apresentar o histórico e as ações da biblioteca, que servirão de base para o desenvolvimento da segunda parte do propósito -mostrar a importância das doações para a continuidade do projeto, que corre o risco de ser interrompido. Vale lembrar que há várias possibilidades de organização e apresentação das informações, permitindo que o candidato desenvolva seu texto em diferentes estilos.

O gênero a ser produzido é um texto de apresentação de uma campanha para arrecadação de fundos. Dadas as condições de produção e o propósito da tarefa, esse gênero não tem apenas a função de apresentar a campanha, mas também de convencer o leitor da importância das doações para a continuidade do projeto, o que lhe confere um caráter apelativo. A adequada seleção de informações do texto-fonte é fundamental para a construção desse convencimento.

O enunciado, que orienta a elaboração do texto a partir da leitura proposta, deixa claro que o enunciador é um voluntário da biblioteca Barca dos Livros, que ficou responsável pela elaboração do texto de apresentação da campanha. É importante lembrar, contudo, que esse texto de apresentação deverá ser uma manifestação institucional e, como tal, não poderá ser elaborado a partir da perspectiva pessoal do voluntário. Nesse caso, explicitar o enunciador (o voluntário) compromete a configuração do gênero solicitado.

Os interlocutores, por sua vez, serão todos os visitantes do site da biblioteca, já que o texto deverá ser publicado nesse site.

Fonte: Unicamp

UNICAMP 2017 - Segunda Fase

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