Doenças causadas por Bactérias

Doenças causadas por Bactérias

A maioria das doenças bacterianas é causada por substâncias tóxicas fabricadas por bactérias. Muitas dessas substâncias são componentes da parede da célula bacteriana e sua presença no organismo provoca febre e mal-estar.

A prevenção ou profilaxia é feita por vacinas e medidas higiênicas, pessoais e em relação ao preparo e consumo dos alimentos. O tratamento ou terapêutica é, em geral, feito com antibióticos e sulfa (e seus derivados), que bloqueiam o metabolismo e a reprodução bacteriana.

As medidas higiênicas reduziram substancialmente as taxas de mortalidade infantil e aumentaram o tempo médio de vida das pessoas. Nas últimas décadas, o desenvolvimento da medicina, principalmente com a descoberta dos antibióticos, permitiu controlar e curar a maioria das doenças de origem bacteriana.

Epidemia

Doença cuja incidência cresce rapidamente em uma população. É de verificação estatística, resultando nos "surtos": gripe, meningite, dengue, sarampo, rubéola etc.

Endemia

Doença cuja incidência, em determinada região, é constante e pouco variável ao longo dos anos. No Brasil, são doenças endêmicas: malária, doença de Chagas, esquistossomose, etc.

Algumas doenças bacterianas

- Botulismo:  causado pela bactéria anaeróbica* Clostridium botulinum. A doença é causada pela toxina presente no alimento ingerido e não pela bactéria, uma vez que esta não sobrevive no corpo. A doença é, geralmente, contraída pela ingestão de alimentos contendo a toxina botulínica - há, no entanto, alguns casos de botulismo por ferimentos. Os alimentos implicados são, em geral, os que sofrem algum tipo de tratamento que vise sua preservação, como os produtos enlatados, em conserva ou defumados, nos quais, porém, não se obtém a destruição dos esporos dessa bactéria. Quando o tratamento preservativo inadequado é seguido por condições de armazenamento que possibilitem a germinação e o crescimento do clostrídio, produz uma das toxinas mais letais. É uma forma de intoxicação alimentar grave e, às vezes fatal, afetando o homem e os animais.  As toxinas botulínicas são os venenos mais potentes entre os conhecidos, afetam os nervos e causam paralisia da faringe e do diafragma. Parecem interferir com o mecanismo de liberação da acetilcolina nas terminações nervosas motoras do sistema parassimpático. A prevenção e o controle do botulismo dependem do emprego de métodos adequados na preparação dos alimentos enlatados e da fervura de qualquer produto que possa conter a toxina.

* ANAERÓBICAS:

  • estritas: não viverão na presença de O2.
  • facultativas: viverão tanto na presença quanto na ausência de O2.

- Coqueluche: causada pelo bacilo Haemophilus pertussis. Transmitida via inalação de ar contaminado (saliva; secreções da laringe e brônquios). Causa acessos de tosse forte e prolongada; afeta, geralmente, crianças. A vacinação proporciona controle eficaz.

- Difteria: causada pelo bacilo Corynebacterium diphteriae.  Transmitida via secreções do nariz e da garganta. Entre os sintomas estão placas na faringe (laringe) e febre alta. Vacinação é feita através da vacina tríplice (inclui também a vacina contra o tétano e a coqueluche).

- Febre tifoide: causada pelo bacilo Salmonella typhi. Transmitida pela contaminação fecal e urinária de água ou alimentos e por moscas. Entre os sintomas estão febre alta, diarreia, tosse seca, mal-estar e dores de cabeça e de barriga.  A pessoa infectada pode, após o desaparecimento dos sintomas da doença, continuar portando indefinidamente alguns germes, isto é, tornar-se um portador crônico. Suas fezes constituirão um perigo constante para a população, pois delas poderão advir epidemias. O controle dessa doença reside fundamentalmente na identificação e fiscalização dos portadores crônicos.

- Gangrena gasosa (Clostridium perfringens) - contaminação acidental de ferimentos profundos.

- Lepra (hanseníase)– causada pelo bacilo de Hansen  (Mycobacterium leprae). Transmitida através de secreções em contato com narinas, boca e pele. Entre os sintomas estão lesões cutâneas, perda da sensibilidade e manchas na pele. Não há vacina.

Meningite meningocócica epidêmica – causada pelo meningococo Neisseria meningitidis. Transmitida pela inalação de ar contaminado (secreções nasobucais). Os germes instalam-se nas meninges, conduzidos pelo sangue. Os sintomas incluem febre alta, vômito em jato e rigidez da nuca.

- Peste bubônica - causada pelo bacilo Yersinia pestis. Via de transmissão do rato para o homem, pela picada de pulgas. O infectado apresenta inflamação e ruptura de gânglios linfáticos (bubões).

- Pneumonia – causada pelo Diplococcus pneumonia e transmitida através da inalação de ar contaminado (secreções nasobucais). Entre os sintomas estão febre alta e fortes dores pulmonares na região dorsal.

Tétano - causado pelo bacilo anaeróbico estrito Clostridium tetani. Transmitido através de ferimentos profundos, provocados por objetos contaminados com fezes contendo o bacilo. Esses objetos estão muitas vezes enferrujados, porém é importante ressaltar que a ferrugem não transmite a doença, ela é somente um indício que o objeto está sujo. Os sintomas incluem intoxicação aguda, com enrijecimento muscular. É uma doença que pode levar a seríssimos riscos de vida, sendo obrigatória a vacinação de crianças.

- Tuberculose - causada pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Transmitida via inalação de ar contaminado (saliva, catarro). Esses germes atacam normalmente os pulmões, mas podem se localizar em outras partes do corpo, tais como as meninges, os ossos, o nervo óptico, os rins. Entre os sintomas  estão a tosse, expectoração acompanhada de sangue, febre, suores noturnos e dores musculares. Existem vacinas para prevenir e o tratamento de pacientes é feito com antibióticos. É um dos principais problemas de saúde pública no Brasil e no mundo. A doença está associada a aglomerações e bolsões de miséria. Durante as duas primeiras semanas de tratamento, o doente ainda pode contagiar outras pessoas.  É necessário, portanto, que proteja a boca ao tossir ou espirrar. Os sintomas desaparecem rápido, porém é importante seguir o tratamento até o final, para evitar a recorrência da doença com uma variedade de bactérias mais resistentes.

Infecções bacterianas transmitidas por águas ou alimentos

Várias infecções bacterianas são transmitidas por águas ou alimentos contaminados. O controle das infecções intestinais, que perdem apenas para as moléstias respiratórias como fonte de desconforto humano, depende, essencialmente, da prevenção da contaminação de alimentos e dos suprimentos de água.  Isto pode ser conseguido, efetivamente, por meio de medidas sanitárias, tais como a adequada eliminação dos despejos humanos, a purificação das águas potáveis e o uso de métodos higiênicos na produção e na preparação dos alimentos - inclusive do leite.

Algumas dessas doenças são:

- Leptospirose: causada pela Leptospira icterohemorrhagieae (espiroqueta). Transmitido através de ferimentos e mucosas em contato com águas contaminadas por urina de ratos. É uma doença que se alastra em situações de enchente. Nas enchentes aumenta o contato da água com a urina de rato que transmite a doença. Entre os sintomas estão febre, dores musculares e lesão hepática.

- Cólera asiática: causada pelo vibrião Vibrio cholerae. Transmitida através da contaminação fecal de água ou alimentos. Como acontece com outras moléstias intestinais, as moscas podem transportar os germes de materiais contaminados para os alimentos consumidos por indivíduos suscetíveis. O germe produz uma infecção intestinal grave, que pode levar o indivíduo à morte por perda de líquido. Os sintomas compreendem vômitos e diarreia, os quais dão lugar a uma severa desidratação com perda de eletrólitos e acidose, muitas vezes fatais. A substituição dos líquidos, dos sais e a administração de carbonatos são essenciais no tratamento da moléstia. Para evitar a doença recomenda-se lavar as mãos antes de comer, lavar bem os legumes e as verduras, beber água fervida ou tratada, evitar consumo de alimentos crus ou malcozidos que possam ter tido contato com água contaminada.

- Disenteria bacilar: causada pelo bacilo Shigella dysenteriae . Transmitida pela contaminação fecal de água ou alimentos. É a mais grave das infecções disentéricas. Entre os sintomas estão febre, cólicas e diarreia; em consequência, desidratação.  A suscetibilidade é geral e a imunidade resultante da infecção é leve e de curta duração, não havendo métodos de induzir o estabelecimento de imunidade artificial ativa.

- Gastroenterites: causado pelo bacilo Salmonella sp. Transmitida pela contaminação fecal de água ou alimentos. Qualquer espécie de Salmonella  pode produzir um ou outro tipo de infecção, erroneamente chamada de intoxicação alimentar.

- Intoxicação alimentar: causado pelo Micrococcus pyogenes aureus. Transmissão através da ingestão de alimento no qual houve desenvolvimento bacteriano com liberação de toxinas. Os sintomas da doença são causados pela toxina presente no alimento e não pela proliferação das bactérias.

Doenças bacterianas sexualmente transmissíveis

Algumas doenças bacterianas são doenças sexualmente transmissíveis (DST). A prevenção dessas se faz com a utilização de preservativo ou através da abstinência. Essas doenças são:

Gonorreia – transmitia pelo gonococo  Neisseria gonorrhoeae. Sendo uma  doença venérea,  a mãe portadora pode infectar a criança ao nascer. Sintomas incluem uretrite, com corrimento, que se propaga para outros órgãos do sistema genital.

Sífilis – transmitida pela espiroqueta Treponema pallidum. Transmitida pelo ato sexual e por transfusões de sangue. É uma doença de evolução lenta. Apresenta-se inicialmente com uma lesão primária (cancro duro). Pode atingir diversos órgãos e causar graves lesões no sistema nervoso central. Pode levar a morte. Sendo uma doença venérea a mãe portadora pode transmitir a doença ao feto durante a gravidez.

Prevenção (profilaxia)

VACINAS = antígenos controlados ("mortos" ou "atenuados"), que irão provocar a produção de anticorpos (= IMUNIZAÇÃO ARTIFICIAL ATIVA). Tem efeito preventivo.

SOROS = preparações ricas em anticorpos (= IMUNIZAÇÃO ARTIFICIAL PASSIVA). Tem efeito “curativo”. Picadas de cobras, escorpiões; antitetânicos, etc.

'VACINAÇÃO NATURAL' = pessoas que adquirem certas doenças, saram e tornam-se IMUNES a elas: rubéola, caxumba, sarampo. Bebês (recém-nascidos) que já possuem “temporariamente” anticorpos adquiridos pela placenta, durante o desenvolvimento embrionário. Recém-nascidos que adquirem durante a "amamentação" os anticorpos que a mãe possui!

Calendário de vacinação:

TERATOGENIA CONGÊNITA To R C H S

(Toxoplasmose
- Rubéola
- Citomegalovírus
- Herpes
- Sífilis)
(protozoário)
(vírus)
(vírus)
(vírus)
(bactéria)

Podem causar sérias anomalias ou aberrações no feto, se a mãe adquirir qualquer uma dessas doenças, até o 3º mês de gravidez.

IDADE VACINA PREVENÇÃO (profilaxia)
1 mês* BCG Tuberculose
Anti-Hepatite B Hepatite B (Vírus)
2 meses DPT (Tríplice) Difteria, Tétano, Coqueluche
Sabin Poliomielite (Vírus)
Anti-Haemophilus Meningite por Haemophilus

4 meses
DPT Difteria, Tétano, Coqueluche
Sabin Poliomielite (Vírus)
Anti-Haemophilus Meningite
6 meses DPT Difteria, Tétano, Coqueluche
Sabin Poliomielite (Vírus)
Anti-Hepatite B Hepatite B (Virus)
Anti-Haemophilus Meningite por Haemophilus
7-9 meses Sarampo Sarampo (Vírus)
15 meses DPT Difteria, Tétano, Coqueluche
Sabin Poliomielite (Vírus)
Sarampo Sarampo (Vírus)
MMR Caxumba e Rubéola (Vírus)

18 meses
DPT Difteria, Tétano, Coqueluche
Sabin Poliomielite (Vírus)
Anti-Haemophilus Meningite por Haemophilus
2 anos Anti-Hepatite A Hepatite A (Vírus)
Meningite Meningocócica Meningite
4 a 6 anos DPT Difteria, Tétano, Coqueluche
Sabin Poliomielite (Vírus)
10 anos** DT ("Repetida" de 5 Em 5 anos)** Difteria, Tétano
  • * Pode ser aplicada desde o nascimento!
  • ** Reforço a cada 5 ou a cada 10 anos, por toda a vida!

A maioria das doenças bacterianas é causada por substâncias tóxicas fabricadas por bactérias. Muitas dessas substâncias são componentes da parede da célula bacteriana e sua presença no organismo provoca febre e mal-estar.

Antibióticos

Nas últimas décadas, o desenvolvimento da medicina, principalmente graças à descoberta dos antibióticos, permitiu que a maioria das doenças de origem bacteriana fosse controlada e curada.

Os antibióticos combatem as bactérias infecciosas no organismo. Ao atacar o processo da doença, destroem a estrutura dos germes e sua capacidade de se dividir ou se reproduzir.

Os microrganismos utilizados na produção de antibióticos são bactérias ou fungos. Antibióticos sintéticos também já são produzidos em laboratórios. O antibiótico neomicina, por exemplo, é produzido por uma bactéria do gênero Streptomyces.

A penicilina é produzida por um fungo e foi o primeiro antibiótico a ser produzido industrialmente; o bolor isolado por Alexander Fleming foi o Penicillium notatum. A penicilina é um antibiótico poderoso e representa importante auxiliar da medicina no combate às infecções bacterianas. Embora produzida por um fungo, não atua sobre as micoses, doenças causadas por fungos, nem sobre infecções causadas por vírus.

Antibióticos não são a solução para todas as doenças, pois funcionam somente contra bactérias. É importante evitar o uso desnecessário de antibióticos, pois o uso prolongado de um antibiótico pode fazer com que ele se torne menos eficaz. O antibiótico seleciona, na população de bactérias, indivíduos que já apresentavam resistência genética à droga; essas bactérias, ao se reproduzirem, transmitem suas características à descendência, que constitui as novas populações, agora adaptadas e resistentes ao antibiótico.  

Necessita-se de receitas médicas para comprar tais remédios.

Algumas doenças bacterianas

doença

agente etiológico

via de transmissão

sintomas - particularidades

* botulismo

Clostridium botulinum (anaeróbicos estritos)

ingestão de alimento no qual houve desenvolvimento da bactéria com liberação de toxina; geralmente alimentos enlatados.

a doença é causada pela toxina presente no alimento ingerido e não pela bactéria, uma vez que esta não sobrevive no corpo.

gangrena gasosa

Clostridium perfringens (anaeróbicos estritos)

contaminação acidental deferimentos profundos.

os agentes causadores são germes que normalmente habitam o solo. Em geral não são parasitas, causando doença quando acidentalmente penetram em um ferimento.

* tétano

Clostridium tetani (bacilo) (anaeróbicos estritos)

ferimentos profundos, provocados por objetos contaminados.

intoxicação aguda, com enrijecimento muscular; seríssimos riscos de vida; vacinação.

coqueluche
(tosse comprida)

Haemophilus pertussis (bacilo)

inalação de ar contaminado (saliva; secreções da laringe brônquios).

acessos de tosse forte e prolongada; afeta, geralmente, crianças - a vacinação proporciona controle eficaz.

difteria

Corynebacterium diphteriae (bacilo)

secreções do nariz e garganta.

placas na faringe (laringe); febre alta; vacinação.

febre tifoide

Salmonella typhi
(bacilo)

contaminação fecal e urinária de água ou alimentos; moscas.

a pessoa infectada pode, após o desaparecimento dos sintomas da doença, continuar portando indefinidamente alguns germes, isto é, tornar-se um portador crônico. Suas fezes constituirão um perigo constante para a população, pois delas poderão advir epidemias. O controle dessa doença reside fundamentalmente na identificação e fiscalização dos portadores crônicos.

* tuberculose

Mycobacterium tuberculosis (bacilo de Koch)

inalação de ar contaminado (saliva, catarro).

tosse, expectoração; esses germes atacam normalmente os pulmões, mas podem se localizar em outras partes do corpo, tais como as meninges, os ossos, o nervo óptico, os rins.

lepra (hanseníase)

Mycobacterium leprae
(bacilo de Hansen)

secreções em contato com narinas, boca e pele.

lesões cutâneas, perda da sensibilidade, manchas na pele.

pneumonia

Diplococcus pneumoniae

inalação de ar contaminado (secreções nasobucais).

febre alta e fortes dores pulmonares na região dorsal.

peste bubônica

Yersinia pestis
(bacilo)

do rato para o homem, pela

picada de pulgas.

inflamação e ruptura de gânglios linfáticos (bubões).

* leptospirose

Leptospira icterohemorrhagieae
(espiroqueta)

ferimentos e mucosas em contato com águas contaminadas por urina de ratos.

febre, dores musculares, lesão hepática.

erisipela

Streptococcus β-hemolítico

contato direto com secreções, saliva e pele com exantema.

febre, prostração, exantema (erupção cutânea com vermelhidão), faringite.

* cólera asiática

Vibrio cholerae
(vibrião)

contaminação fecal de água ou alimentos.

o germe produz uma infecção intestinal grave, que pode levar o indivíduo à morte por perda de líquido (forte diarreia, com desidratação).

* disenteria bacilar

Shigella dysenteriae
(bacilo)

contaminação fecal de água ou alimentos.

febre, cólicas e diarreia; em consequência, desidratação; a mais grave das infecções disentéricas.

gastroenterites

Salmonela sp

contaminação fecal de água ou alimentos.

qualquer espécie de Salmonella pode produzir um ou outro tipo desinfecção, erroneamente chamada de intoxicação alimentar.

intoxicação alimentar

Micrococcus pyogenes aureus

ingestão de alimento no qual houve desenvolvimento bacteriano com liberação de toxinas.

os sintomas da doença são causados pela toxina presente no alimento e não pela proliferação das bactérias.

* meningite
meningocócica
epidêmica

Neisseria meningitidis
(meningococo)

inalação de ar contaminado
(secreções nasobucais).

febre alta, vômito em jato, rigidez da nuca; os germes instalam-se nas meninges, conduzidos pelo sangue.

* gonorreia
(blenorragia)

Neisseria gonorrhoeae(gonococo)

doença sexualmente
transmissível (DST).

uretrite, com corrimento, que se propaga para outros órgãos do sistema genital; doença venérea - a mãe portadora pode infectar acriança ao nascer.

* sífilis

Treponema pallidum
(espiroqueta)

doença sexualmente
transmissível (DST).

evolução lenta; inicialmente lesão primária, o cancro duro. Generalização no sangue e tardiamente graves lesões no sistema nervoso central; doença venérea - a mãe portadora pode transmitir a doença ao feto durante a gravidez.

Sumário

- Algumas doenças bacterianas
- Infecções bacterianas transmitidas por águas ou alimentos
- Doenças bacterianas sexualmente transmissíveis
- Prevenção (profilaxia)
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